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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Polêmico Pastor Ricardo Gondim afirma ser a favor da união civil gay: “Nem todas as relações homossexuais são promíscuas” Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 24 de abril de 2011 33 Comentários enviar imprimir email share no fb orkutar tweet 1.255 Notícias Gospel em seu email Receba Notícias Gospel em seu email gratuitamente! Insira seu email: ou no facebook Polêmico Pastor Ricardo Gondim afirma ser a favor da união civil gay: “Nem todas as relações homossexuais são promíscuas” ‘Deus nos livre de um Brasil evangélico?’ Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência. Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais. Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir. Carta Capital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento? RG: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento no número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos de dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro. CC: Como o senhor define esse perfil? RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos modelos do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes. O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso? Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, pode facilitara expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios. O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil? O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way of life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui Ieem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos. de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é de que Deus abre portas de emprego para os fiéis. Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus? O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer. Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada. Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano? Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra. O senhor é a favor da união civil entre homossexuais? Sou a favor. O Brasil é uni país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade. O senhor enfrenta muita oposição de seus pares? Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há aluo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida. Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta. Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente. Fonte: Carta Capital Via: Pavablog

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Polêmico Pastor Ricardo Gondim afirma ser a favor da união civil gay: “Nem todas as relações homossexuais são promíscuas”

Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 24 de abril de 2011

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Polêmico Pastor Ricardo Gondim afirma ser a favor da união civil gay: “Nem todas as relações homossexuais são promíscuas” ‘Deus nos livre de um Brasil evangélico?’ Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência.
Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais.
Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir.
Carta Capital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?
RG: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento no número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos de dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.
CC: Como o senhor define esse perfil?
RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos modelos do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.
O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso?
Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, pode facilitara expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.
O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?
O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way of life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui Ieem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos. de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é de que Deus abre portas de emprego para os fiéis.
Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?
O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.
Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada.
Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?
Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra.
O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?
Sou a favor. O Brasil é uni país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.
O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?
Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência  de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há aluo errado com esse pressuposto. Minha  resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.
Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.
Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.
Fonte: Carta Capital
Via: Pavablog
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

LIÇÕES DO TITANIC ! Amanhã fazem 99 anos do naufrágio do Titanic. Nunca nenhum acidente naútico despertou ou ainda desperta tanta curiosidade como este. Passado quase um século ainda é objeto de pesquisa, expedições e estudos. Este acidente provocou alterações nas leis de navegação e a criação de outras. Os restos do navio ainda estão submersos. Somente em 1985, foi encontrado o lugar do naufrágio do Titanic no fundo do Oceano Atlântico a mais de 3,5 quilômetros de profundidade. A maior parte da madeira, foi comida por moluscos e a ação do homem com seus equipamentos tem acelerado a deterioração.Além disto, também tem os 'caçadores de troféus' que já retiraram cerca de 6 mil objetos do fundo do mar. Um breve resumo: Insubmergível diziam os jornais da época. Assim foi o lançamento do Titanic, em 10 de abril de 1912, quando o navio realizou sua viagem inaugural de Southampton (Inglaterra) rumo a Nova Iorque. Considerado o símbolo da tecnologia do século XX, o Titanic batia todos os outros grandes barcos dos anos 20 com seu luxo e estrutura. Media 270 metros de comprimento, tinha, entre outras coisas, campos de squash, piscina, sala escura para fotógrafos e elevadores. O barco estava equipado, também, com o sistema Marconi, a mais nova forma de comunicação sem-fios da época. O navio zarpou com 2.227 pessoas a bordo entre homens, mulheres e crianças, sob o comando do experiente capitão Edward J. Smith, que realizaria sua última viagem antes de se reformar. Os passageiros da terceira classe eram, na maioria, imigrantes que iam para a América em busca de uma chance de trabalho ou fugindo de um passado difícil em seus países. A viagem transcorreu calma durante os quatro dias. Mesmo recebendo avisos de outros navios sobre a existência de icebergs pelo caminho, o capitão Smith não se importou e dizia que o navio era grande demais para ser abatido por um iceberg. A embarcação continuou navegando em sua velocidade máxima porque, além de ser chamado o mais luxuoso e indestrutível navio existente, os construtores queriam também que ele fosse considerado o mais rápido. Para tanto, deveria alcançar Nova Iorque em menos de uma semana, tempo previsto para a chegada. Na noite do dia 14 de abril, o comandante Smith já tinha ido dormir e pedira ao 1º oficial, William Murdoch, que assumisse o seu posto e o avisasse de qualquer imprevisto que ocorresse. Por volta de 23h40, o sino do cesto dos vigias tocou três vezes, indicando que algo estava no caminho do Titanic. Murdoch conseguiu ver que surgia à frente do navio uma massa escura de gelo. A ordem foi que se virasse ao máximo a estibordo e se fizesse marcha à ré a toda potência. Entretanto, a medida não foi suficiente para evitar o encontro entre o barco e o iceberg. Parte da massa de gelo arranhou o casco da embarcação sob a linha de água, abrindo um rasgo com mais de 90 metros em seis compartimentos estanques da proa, que foram invadidos pela água. Um dos construtores do Titanic, Thomas Andrews, que estava à bordo, calculou os estragos causados pelo choque e constatou que o navio tinha duas horas antes de afundar totalmente. Com a inclinação do navio, todos os compartimentos foram tomados pela água, tornando o naufrágio uma certeza matemática e inevitável. O capitão Smith ordenou aos radiotelegrafistas o envio de mensagens de socorro e iniciou os preparativos para que os passageiros abandonassem o navio nos barcos de salvamento. Entretanto, haviam apenas 20 botes que, em sua capacidade máxima, poderiam levar 1.178 pessoas. O número de botes não foi maior porque os proprietários julgavam que colocar mais deles comprometeria a beleza e o conforto do Titanic. O desespero de tentar se salvar fez com que os primeiros botes saíssem sem a sua capacidade total. Ao final, apenas 705 passageiros conseguiram se salvar. Às 2h20 da manhã do dia 15 de abril, o Titanic submergiu completamente. Os sobreviventes foram resgatados pelo navio Carpathia. Como um navio insubmergível, construído com a mais alta tecnologia da época, pôde sucumbir nas águas do Atlântico Norte? Há diversas justificativas para a catástrofe como as condições desfavoráveis do tempo e os defeitos no design e na construção do navio. A visibilidade foi prejudicada pelo rigoroso frio do inverno de 1912 e pela calmaria dos mares polares. Além disso, a falha de nenhum vigia possuir binóculos a bordo, a capacidade da água passar facilmente de um compartimento ao outro, a fragilidade do aço utilizado na construção. Outros motivos salientados pelos historiadores foram o despreparo da tripulação em situações de risco, a falta de testes do navio em sua velocidade máxima e o fato de os operadores do rádio de transmissão ignorarem os avisos de outros barcos sobre a existência de geleiras no caminho. Lições espirituais do Titanic "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!" (Jeremias 17.5) Como disse anteriormente muitos estudos, hipóteses e discussões foram feitas sobre este acidente. Por isso quero fazer aqui uma analogia espiritual. Imaginemos o Titanic como sendo nossa vida. Entendemos que ela precisa estar baseada em Cristo. O homem é falho e portanto não devemos depositar nossa confiança inteiramente nele. Muitos acreditaram que o navio "nem Deus afundaria" pois baseavam-se na sabedoria dos engenheiros que o projetaram. Mas, bastou um obstáculo no caminho e tudo foi literalmente por água abaixo. "Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus." (Salmos 20:7) Tudo que envolvia o Titanic era grandioso. O luxo, o tamanho, acomodações, tecnologias modernas, faziam com que as pessoas se achassem seguras ali dentro. Naquela noite o mar estava calmo, o navio em velocidade máxima seguia seu caminho. Muitos avisos foram enviados sobre icebergs mas todos desprezados. No mundo em que vivemos só encontramos segurança em Jesus, podemos estar em qualquer lugar, por mais protegido que seja, se não estivermos debaixo das asas de Jesus corremos perigo. "...se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." (Salmos 127:1) "Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. "(Salmos 61.4) O mar estava calmo, acharam que os vigias da torre não precisavam de binóculos. Para que se preocupar se nada pararia aquele gigante dos mares? Na nossa vida espiritual precisamos tomar cuidado com a calmaria. Quando tudo está calmo a tendência é relaxarmos, baixarmos a guarda. É nesta hora que o Diabo nosso adversário aproveita para tentar nos destruir. Ele aproveita o fato de estarmos desapercebidos para colocar obstáculos na caminhada. O nosso Deus está ao nosso redor para nos proteger, para nos mostrar o caminho, ajudar a passar pelas lutas. Muitas vezes desprezamos a sua ajuda e queremos seguir nosso caminho a todo vapor, e de repente, quando não esperamos caímos num buraco, numa armadilha montada para nos destruir. Muitos sinais de alerta enviados ao Titanic foram desprezados. Lembre-se! A palavra de Deus é a nossa bússola, precisamos nos atentar a ela. Deus não nos deixa enganar, está sempre nos alertando. Não despreze a Sua palavra! O Telescópio da nossa Fé (não é propaganda do blog, rsrs), ajuda a enxergarmos o que não é visível, por isso devemos sempre usá-lo. A nossa visão é limitada, a de Deus não! A batida no Iceberg foi inevitável, agora em questão de duas horas afundariam. E para piorar alguém achou que o navio ficaria muito feio e não colocaram botes salva-vidas suficientes. Na nossa vida espiritual não devemos nos preocupar com a aparência exterior, o importante são os frutos produzidos. Na hora do naufrágio, ninguém olhou para o Titanic, se estava feio ou bonito, cada um queria se salvar. Neste momento os botes seriam mais importantes. Talvez alguém da sua familia, amigos ou do seu trabalho achem você incoveniente por ser um cristão e falar das coisas de Deus para eles. Mas, tenha certeza que quando precisarem ouvir palavras de consolo é a você que procurarão. Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. O meu Salvador, da violência me salvas. (2 Samuel 22.3) Sem mais, fiquem na Paz! ...

LIÇÕES DO TITANIC !


Amanhã fazem 99 anos do naufrágio do Titanic. Nunca nenhum acidente naútico despertou ou ainda desperta tanta curiosidade como este. Passado quase um século ainda é objeto de pesquisa, expedições e estudos.  Este acidente provocou alterações nas leis de navegação e a criação de outras. Os restos do navio ainda estão submersos. Somente em 1985, foi encontrado o lugar do naufrágio do Titanic no fundo do Oceano Atlântico a mais de 3,5 quilômetros de profundidade. A maior parte da madeira,  foi comida por moluscos e a ação do homem com seus equipamentos tem acelerado a deterioração.Além disto, também tem os 'caçadores de troféus' que já retiraram cerca de 6 mil objetos do fundo do mar.

Um breve resumo:

Insubmergível diziam os jornais da época. Assim foi o lançamento do Titanic, em 10 de abril de 1912, quando o navio realizou sua viagem inaugural de Southampton (Inglaterra) rumo a Nova Iorque.  Considerado o símbolo da tecnologia do século XX, o Titanic batia todos os outros grandes barcos dos anos 20 com seu luxo e estrutura. Media 270 metros de comprimento, tinha, entre outras coisas, campos de squash, piscina, sala escura para fotógrafos e elevadores. O barco estava equipado, também, com o sistema Marconi, a mais nova forma de comunicação sem-fios da época.

O navio zarpou com 2.227 pessoas a bordo entre homens, mulheres e crianças, sob o comando do experiente capitão Edward J. Smith, que realizaria sua última viagem antes de se reformar. Os passageiros da terceira classe eram, na maioria, imigrantes que iam para a América em busca de uma chance de trabalho ou fugindo de um passado difícil em seus países.

A viagem transcorreu calma durante os quatro dias. Mesmo recebendo avisos de outros navios sobre a existência de icebergs pelo caminho, o capitão Smith não se importou e dizia que o navio era grande demais para ser abatido por um iceberg. A embarcação continuou navegando em sua velocidade máxima porque, além de ser chamado o mais luxuoso e indestrutível navio existente, os construtores queriam também que ele fosse considerado o mais rápido. Para tanto, deveria alcançar Nova Iorque em menos de uma semana, tempo previsto para a chegada.

Na noite do dia 14 de abril, o comandante Smith já tinha ido dormir e pedira ao 1º oficial, William Murdoch, que assumisse o seu posto e o avisasse de qualquer imprevisto que ocorresse. Por volta de 23h40, o sino do cesto dos vigias tocou três vezes, indicando que algo estava no caminho do Titanic. Murdoch conseguiu ver que surgia à frente do navio uma massa escura de gelo. A ordem foi que se virasse ao máximo a estibordo e se fizesse marcha à ré a toda potência. Entretanto, a medida não foi suficiente para evitar o encontro entre o barco e o iceberg. Parte da massa de gelo arranhou o casco da embarcação sob a linha de água, abrindo um rasgo com mais de 90 metros em seis compartimentos estanques da proa, que foram invadidos pela água.

Um dos construtores do Titanic, Thomas Andrews, que estava à bordo, calculou os estragos causados pelo choque e constatou que o navio tinha duas horas antes de afundar totalmente. Com a inclinação do navio, todos os compartimentos foram tomados pela água, tornando o naufrágio uma certeza matemática e inevitável. O capitão Smith ordenou aos radiotelegrafistas o envio de mensagens de socorro e iniciou os preparativos para que os passageiros abandonassem o navio nos barcos de salvamento. Entretanto, haviam apenas 20 botes que, em sua capacidade máxima, poderiam levar 1.178 pessoas. O número de botes não foi maior porque os proprietários julgavam que colocar mais deles comprometeria a beleza e o conforto do Titanic.

O desespero de tentar se salvar fez com que os primeiros botes saíssem sem a sua capacidade total. Ao final, apenas 705 passageiros conseguiram se salvar. Às 2h20 da manhã do dia 15 de abril, o Titanic submergiu completamente. Os sobreviventes foram resgatados pelo navio Carpathia.

Como um navio insubmergível, construído com a mais alta tecnologia da época, pôde sucumbir nas águas do Atlântico Norte?

Há diversas justificativas para a catástrofe como as condições desfavoráveis do tempo e os defeitos no design e na construção do navio. A visibilidade foi prejudicada pelo rigoroso frio do inverno de 1912 e pela calmaria dos mares polares. Além disso, a falha de nenhum vigia possuir binóculos a bordo, a capacidade da água passar facilmente de um compartimento ao outro, a fragilidade do aço utilizado na construção.

Outros motivos salientados pelos historiadores foram o despreparo da tripulação em situações de risco, a falta de testes do navio em sua velocidade máxima e o fato de os operadores do rádio de transmissão ignorarem os avisos de outros barcos sobre a existência de geleiras no caminho.

Lições espirituais do Titanic

"Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!" (Jeremias 17.5)

Como disse anteriormente muitos estudos, hipóteses e discussões foram feitas sobre este acidente. Por isso quero fazer aqui uma analogia espiritual. Imaginemos o Titanic como sendo nossa vida. Entendemos que ela precisa estar baseada em Cristo. O homem é falho e portanto não devemos depositar nossa confiança inteiramente nele. Muitos acreditaram que o navio "nem Deus afundaria" pois baseavam-se na sabedoria dos engenheiros que o projetaram. Mas, bastou um obstáculo no caminho e tudo foi literalmente  por água abaixo.

"Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus." (Salmos 20:7)

Tudo que envolvia o Titanic era grandioso. O luxo, o tamanho, acomodações, tecnologias modernas, faziam com que as pessoas se achassem seguras ali dentro. Naquela noite o mar estava calmo, o navio em velocidade máxima seguia seu caminho. Muitos avisos foram enviados sobre icebergs mas todos desprezados. No mundo em que vivemos só encontramos segurança em Jesus, podemos estar em qualquer lugar, por mais protegido que seja, se não estivermos debaixo das asas de Jesus corremos perigo.

"...se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." (Salmos 127:1)

"Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. "(Salmos 61.4)

 O mar estava calmo, acharam que os vigias da torre não precisavam de binóculos. Para que se preocupar se nada pararia aquele gigante dos mares? Na nossa vida espiritual precisamos tomar cuidado com a calmaria.  Quando tudo está calmo a tendência é relaxarmos, baixarmos a guarda. É nesta hora que o Diabo nosso adversário aproveita para tentar nos destruir. Ele aproveita o fato de estarmos desapercebidos para colocar obstáculos na caminhada. 

O nosso Deus está ao nosso redor para nos proteger, para nos mostrar o caminho, ajudar a passar pelas lutas. Muitas vezes desprezamos a sua ajuda e queremos seguir nosso caminho a todo vapor, e de repente, quando não esperamos caímos num buraco, numa armadilha montada para nos destruir. Muitos sinais de alerta enviados ao Titanic foram desprezados. Lembre-se! A palavra de Deus é a nossa bússola, precisamos nos atentar a ela. Deus não nos deixa enganar, está sempre nos alertando. Não despreze a Sua palavra! O Telescópio da nossa Fé (não é propaganda do blog, rsrs), ajuda a enxergarmos o que não é visível, por isso devemos sempre usá-lo. A nossa visão é limitada, a de Deus não!

A batida no Iceberg foi inevitável, agora em questão de duas horas afundariam. E para piorar alguém achou que o navio ficaria muito feio e não colocaram botes salva-vidas suficientes. Na nossa vida espiritual não devemos nos preocupar com a aparência exterior, o importante são os frutos produzidos. Na hora do naufrágio, ninguém olhou para o Titanic, se estava feio ou bonito, cada um queria se salvar. Neste momento os botes seriam mais importantes. Talvez alguém da sua familia, amigos ou do seu trabalho achem você incoveniente por ser um cristão e falar das coisas de Deus para eles. Mas, tenha certeza que quando precisarem ouvir palavras de consolo é a você que procurarão.

Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. O meu Salvador, da violência me salvas. (2 Samuel 22.3)

Sem mais, fiquem na Paz! ...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Após série de polêmicas, Marco Feliciano afirma: “Não me arrependo do que disse. Aos críticos não adiantar falar nada”. Confira a entrevista exclusiva ao Gospel+

Após série de polêmicas, Marco Feliciano afirma: “Não me arrependo do que disse. Aos críticos não adiantar falar nada”. Confira a entrevista exclusiva ao Gospel+


Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 6 de abril de 2011

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Após série de polêmicas, Marco Feliciano afirma: “Não me arrependo do que disse. Aos críticos não adiantar falar nada”. Confira a entrevista exclusiva ao Gospel+



Uma semana após a polêmica que tomou conta da internet na semana passada, o Deputado Pastor Marco Feliciano recebeu o Gospel+ e concedeu uma entrevista exclusiva ao portal desabafando contra as acusações e ataques que recebeu.

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Segundo ele, suas palavras foram distorcidas, já que em momento algum teria falado sobre cor da pele, por isso estaria triste com a repercussão e os ataques que vem recebendo desde então. Na entrevista o Pastor afirma que existem coisas maiores para nos preocuparmos, como a PL 122 que, segundo ele, com ela aprovada “a Bíblia seria arrancada de nossas mãos”.



Marco Feliciano é televangelista e pastor do Ministério Tempo de Avivamento, além de Deputado Federal do PSC por São Paulo. Vindo de uma infância muito pobre, foi crescendo e se ligando cada vez mais a Jesus, hoje sendo um dos pregadores mais famosos do Brasil: “Eu sou Pastor do reteté de Jesus!”



Triste e indignado, o Pastor Marco Feliciano não fugiu de qualquer pergunta, se abriu e desabafou sobre o caso. Abaixo você confere a entrevista na íntegra:



*A grafia foi mantida como está, a pedido do Pastor



Gospel+: Muitas pessoas viram apenas o que a imprensa mostrou, mas na sua visão o que aconteceu essa semana para que tantos cristãos, ateus, homossexuais e negros se voltassem contra o Pastor?



Marco Feliciano: Simples: fui taxado de RACISTA e PRECONCEITUOSO, coisa que NÃO SOU, NUNCA FUI, e tenho nojo de qualquer tipo de ataque a minorias, até porque como evangélicos, também o somos. Eu citei o fato bíblico e disse que há uma maldição que recaiu sobre o continente africano, não falei sobre COR DE PELE. O Egito e Africa do Sul tem uma grande contingente de africanos brancos… Será que menti quando disse que o continente mais rico do mundo em ouro, pedras preciosas, mercúrio, fauna, e, em alguns lugares, petróleo, seu povo passe tanta fome? Alguem se lembra da Etiópia e Somálica em tempos de crise? Será que menti quando disse que o vírus Ebola e a Aids tiveram origem lá? Alguém se lembram de fascinoras como Idi Amim e Jonas Savimbi? Da violência em Uganda? Quando se lê um texto, sem se aplicar ao contexto, gera-se um pretexto. Ressaltando apenas que, CRISTÃOS GENUÍNOS, não se voltaram contra mim em momento algum. A imprensa geralmente só especula o que é tido como polêmico. Criaram um FACTÓIDE. A maldade está nos olhos de quem vê. Eu sou pastor, conhecido no mundo inteiro por minha postura, fé e dignidade. Aos amigos não precisei explicar nada. Aos inimigos não adianta explicar nada.



Gospel+: Pastor, por favor gostaria que comentasse sobre o envio de sua opinião para a Corregedoria da Câmara e o possível encaminhamento para a Comissão de Ética da casa.



MF: Ainda não fui oficialmente informado sobre isso. Mas se for, não tenho nenhum tipo de preocupação. Afinal, a democracia da o direito a quem quer que seja de falar e expressar seus pensamentos, digo isso a respeito de alguém de fato levar esse assunto a diante.



Gospel+: Ainda sobre a acusação de racismo. No texto bíblico de Gênesis 9, em que Noé amaldiçoa Canaã, para leigos em teologia parece que em momento algum se fala em homossexualismo ou de que a maldição recairia sobre a descendência do filho de Cão, mas sim apenas sobre seus irmãos, por isso muitos ficaram em dúvida sobre o que o Pastor falou. Poderia explicar exatamente como surgiu essa teoria e como o pastor a conheceu?



MF: Ja citei esse assunto em meu site, caso queira basta ler e apreciar por lá. Só lembrando que CANAÃ é a DESCENDENCIA DE CÃO.



Gospel+: O Pastor acredita que sua imagem ou credibilidade foram arranhadas com esse episódio?



MF: De maneira nenhuma. Como disse na primeira pergunta. Aos que me conhecem e tem afinidade com minha história, não preciso explicar nada, e aos demais que questionam tudo o que faço, por exemplo, do suspensório ao cabelo, não adianta explicar nada. Mas tem algo interessante que gostaria de falar aqui. Procure ai na internet um site católico falando contra posições de católicos, ou um site de Homoafetivos falando contra as posições de seu grupo, ou um site de Feiticeiros falando mal de feiticeiros. Agora interessante, que sites que se dizem “Cristãos” se prestem ao desserviços de desconstruir a imagem de um irmão. Sinto que há alguns mistérios nesse assunto. Acredito que algumas mídias supostamente Cristãs, Gospel e Evangélicas, sejam gerenciadas por um grupo anti-cristãos, então camuflando-se de uma roupagem de piedade, mas destruindo o reino por dentro. Fiquemos atentos a isso.



Gospel+: Dentre tudo que aconteceu, desde a discussão com alguns usuários no dia 23 e 24 até hoje, se arrepende de alguma coisa que disse no Twitter?



MF: Do que me arrependeria por exemplo? De citar a Bíblia e aplicar a exegese contextualizada? De afirmar meu posicionamento de que sou contra o ato e não contra o homoafetivo? Do que? Não, não me arrependo do que escrevi. Sou um pastor e lido com o mundo espiritual. Maldição existe e está para o homem, como a salvação está para aquele que crê. E toda maldição é quebrada na cruz de Cristo.



Gospel+: O que o Pastor tem a dizer para os críticos que reprovaram suas ações nesta semana?



MF: Primeiro que eu falo do que ENTENDO. E estudei e ainda estudo a bíblia há 20 anos. Dos quais, 15 proficuamente em livros, seminarios e faculdades. Segundo, a mídia é carente de assuntos, assuntos que possam atrair os olhos da sociedade e pra isso buscam polêmica. Traçar um paralelo entre minha postagem na internet com o caso Bolsonaro é IRRESPONSABILIDADE somada a LEVIANDADE. Caso fosse racista e preconceituoso, porque isso viria só agora a tona? Porque eu ofenderia 70% dos meus irmãos de fé, pois um senso feito no Brasil mostra que esse é o numero de afro-descendentes nas igrejas evangélicas. Portanto também o número dos meus eleitores. Porque ofenderia meu PADRASTRO que é Afro? Parte da minha familia também o é. Seria como se eu vomitasse sobre minha mãe. Terceiro, um grupo influente de pessoas extremamente organizadas que vivem para desconstruir a imagem dos pastores, principalmente da bancada evangélica, que é forte e coesa, com 72 parlamentares, que lutam em defesa da familia, que são contra feitiçaria, entre os quais eu fui o eleito com o maior numero de votos, com excessão do Dep. Garotinho do RJ. Quarto, essa discussão contribuiu pra que todo o Brasil visse a luz clara que existe um outro preconceito bem subliminar acontecendo O PRECONCEITO RELIGIOSO, eclesiofobia explicita. Se cito a carta aos Romanos, sou chamado de Homofóbico, se cito Genesis e falo sobre maldição sou racista, se falo de demonios sou fundamentalista radical, se digo crer no Apocalipse sou lunatico… O apresentador Datena está sendo processado por ACREDITAR E FALAR EM DEUS! Que absurdo é esse? E nesta hora os cristãos ao invés de se unirem em torno de um bem maior, se dividem? Questionam? Acusam? E fazem piadas? Será que se esqueceram que em duas semanas de trabalho aqui na camara, apresentei um PROJETO DE LEI COBRANDO A OBRIGATORIEDADE DO ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS? Pois bem, nosso povo talvez nao se ateve a isso, mas os outros grupos tiveram, e se armaram. Se esse projeto vingar, nossos filhos vão aprender cedo as coisas sagradas, e aprendendo cedo nao crescerão desconstruidos, crescerão repudiando os atos demoniacos. Acordem povo de Deus. O alvo aqui não fui eu, foi nossa fé! Nosso segmento! E se alguns não tem posição, EU TENHO! Sou cristão, amo a Bíblia e vou prega-la até morrer ou até a volta de Cristo! Estou Deputado e embora esteja feliz, isso não me empolga! Eu SOU PASTOR, DO RETÉTÉ DE JESUS. Cheio do Espirito Santo! E não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o Poder de Deus para Salvação daquele que crê!



Gospel+: Porque o pastor apagou alguns twitts, como o que afirma ter chamado de “cachorro” uma pessoa que teria lhe ameaçado de morte e o que chama de gays alguns, inclusive cristãos, que protestavam contra sua opinião. Seria devido a algum mal entendido?



MF: Foi minha assessoria quem apagou. Somos em 4 que cuidamos do Twitter. São milhares de seguidores pra atender. Se apavoraram com a pressão feita, ficaram com medo dos ataques incluindo AMEAÇA DE MORTE, PALAVRÕES, XINGAMENTOS, e assim o fizeram sem me consultar, pois eu até então não sabia. Fizeram errado. Já tratei com eles, só eu posto agora no Twitter.



Gospel+: Em um culto em uma Assembléia de Deus o Pastor falou que sua maldição veio do Rio de Janeiro. Poderia explicar, por favor.



MF: Um movimento de homoafetivos, liderados por um parlamentar, entraram em todos os Twitters dos deputados da bancada evangélica, e tudo que escrevemos eles distorcem, e retuitam provocando um tumulto. Eles, diferentes de nós cristãos, são unidos, e lutam pela sua causa, e nós lutamos pelo que?



Gospel+: Hoje sabemos que o deputado Jean Wyllys, juntamente com a Senadora Marta Suplicy e toda uma frente pró-gay decretaram guerra contra os evangélicos. Na sua opinião, de que forma os evangélicos seriam forte ou “perigosos” para gerar tamanho repúdio de tais políticos?



MF: Nós lutamos pela familia! E nos unimos quando percebemos que o assunto ataca a familia. Nossa luta não é religiosa. É pela familia. Quando lutamos pela familia somos contra este movimento, pois eles querem o impossível, tipo, casarem oficialmente nas igrejas, isso homem com homem e mulher com mulher. Querem que toda literatura tida como “homofóbica”, ou seja, que fale contra eles e seus atos sejam proibidas, nisso A BIBLIA SERIA ARRANCADA DE NOSSAS MÃOS. Por isso nos veem como ameaça aos seus planos. E tentam desconstruir nossa imagem pois sabem que os cristãos se amedrontam com o primeiro grito da sociedade. Foi assim em pleitos passados. Não podemos deixar isso acontecer de novo!



Gospel+: O senhor sendo Deputado se elegeu prometendo defender os interesses cristãos. Já sabemos de seu projeto de tornar obrigatório o estudo religioso nas escolas. Quais são suas próximas prioridades e idéias para esses anos de governo?



MF: Apresento hoje na Câmara o projeto de para oficializar no Brasil O DIA NACIONAL DA ORAÇÃO. Um dia especial onde todos os credos poderão levantar um clamor ao céu. Imagine um país como o nosso, com 190 milhões de pessoas, dos quais 95% professam a fé cristã, ou seja, a maioria crê em Deus, num único dia todos estes se levantaram e orarem? Ai o Senhor ouvirá do céu e SARARÁ A NOSSA TERRA.



E na próxima semana tenho outro projeto a apresentar, mas não posso falar agora, para não ser copiado.



Gospel+: Abrimos agora espaço para o Pastor falar o que quiser e deixar seu recado aos 2 milhões e meio de evangélicos que acessam o Gospel+ todo o mês:



MF: Agradeço ao Gospel Mais, pelo interesse no esclarecimento e na elegancia das perguntas. Aos seus leitores que creio professem nossa fé, peço oração. Eu sabia que enfrentaria o inferno quando aqui cheguei. Sou alvo de satanistas, bruxos, crentes insatisfeitos e alguns ortodoxos que me acham livre demais. Mas queria dizer que continuo o menino da Vila Tatu. Sonhador. Crente batizado com o Espírito Santo, que ama ao Senhor acima de todas as coisas. Que mais uma vez avaliem a história e percebam os interesses do diabo nela. O interesse de grupos especializados em desconstruir imagem de pastor. Gente que sabe que quando falamos a verdade, a verdade LIBERTA. E que continuarei minha empreitada nessa casa, pois foi o Senhor, através do seu POVO a quem amo e respeito que me colocou aqui. Não esquecendo que o que fazia Jesus dizer aos seus discípulos: “E odiados de todos sereis por causa do Meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo”. Mt. 10:22, era pelo posicionamento deles contra o pecado. Um abraço a todos.



Um abraço em Cristo.



Fonte: Gospel+

assassinato

quinta-feira, 7 de abril de 2011ARTIGO - Assassinato em escola








Onze crianças mortas e outras treze ficaram feridas na manhã desta quinta-feira, na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo-RJ, quando um homem abriu fogo contra os alunos. Eram crianças na faixa de 12 a 14 anos, que foram mortas com tiros disparados pelo homem conhecido como Welington Menezes de Oliveira, ex-aluno daquela escola.



Esta história estarrecedora não aconteceu nos Estados Unidos, nem na França, foi logo ali. O que assistimos hoje na TV, é uma amostra do perfil de uma sociedade doente, que está morrendo sem perceber. As autoridades gastam para remediar a podridão da sociedade, mas não investem e nem se preocupam com o rumo da educação, dos conteúdos da mídia televisiva e de dados (Internet).



Em uma busca na casa do assassino, a polícia encontrou um computador queimado, para esconder a origem do distúrbio psicológico, e numa carta deixada pelo criminoso, ele apresenta forte influencia religiosa. Com esse psicopata encontrou na internet algo que ativou seu instinto homicida e desequilíbrio mental. Os governos não tem controle sobre os conteúdos da internet, não há nenhum esforço para rastrear sites de aliciamentos de jovens para seitas, uso de drogas e outras coisas, houve algum avanço contra a pedofilia, mas ainda é pouco. E na TV acontece algo igualmente nocivo, os programas de humor apresentam conteúdos sensuais em excesso, nas novelas há um apelo ao homossexualismo e ao sensualismo. Os especialistas e psicólogos aparecem mediante a qualquer sinal de homofobia, mas ninguém apresenta nenhum estudo para alertar do efeito que o excesso de cenas sensuais podem causar nos nossos jovens, estamos produzindo hoje os estupradores e pedófilos de amanhã.



Mas não há motivo para preocupação das autoridades e das empresas de telecomunicações, pois enquanto houver BBB e futebol ninguém vai aparecer na rua munido de cartaz e coquetel molotof.





Maranata, e que Deus tenha misericórdia!





Marcos Andre - Professor

sexta-feira, 1 de abril de 2011

UBE Blogs

Quem somos? A UBE [Blogs] – União de Blogueiros Evangélicos é uma comunidade virtual interdenominacional formada por cristãos evangélicos comprometidos com a grande comissão de Cristo e com a defesa da fé cristã. Todo conhecimento de blogagem que reunimos, nós o tornamos disponível para que você possa criar, editar e publicar conteúdo cristão em um blog ou site evangélico. Como participar Para participar, é preciso: 1) Ser um cristão de credo evangélico; 2) Afiliar-se gratuitamente à Comunidade da UBE; 3) Ler o Manual de Orientações e; 4) Inserir um dos selos em seu blog. Facebook Categorias * Blogagem Coletiva (28) * Blogosfera Cristã (109) * Cintia Aragão Kaneshigue (9) * Como criar e editar um blog? (41) * Eliseu Antonio Gomes (148) * Entrevistas (26) * Esdras Costa Bentho (10) * Etica no Blogar (19) * Evangelismo (20) * Gutierres Siqueira (13) * Internet Evangélica (13) * Lucas Santos (8) * Manual da UBE (6) * Política (50) * Promoção (33) * Redes Sociais (19) * Sammis Reachers (32) * Templates (4) * Valmir Nascimento Milomen (76) * Wilma Rejane (60) Inscrever-se Postagens Atom Postagens Comentários Atom Comentários Doze dicas para melhorar seus textos terça-feira, 29 de março de 2011 Resumida e adaptadamente, as dicas foram extraídas de um capítulo do livro Manual de Radiojornalismo, escrito por professores de radiojornalismo da Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas. Elas são aplicáveis ao universo dos blogs cristãos, pois o assunto visa a comunicação eficaz. 1. No início do texto, vá direto ao assunto. A frase deve ser forte, escrita na ordem direta. Não coloque informação vaga no primeiro parágrafo. O início deve atrair a atenção do leitor para o que será comunicado a seguir, para prender a atenção e fazer ele ler até o final. 2. Primeiramente, o verbo é sempre utilizado no presente do indicativo e sem o artigo. Nas citações seguintes você pode utilizar o artigo no início das frases. 3. Não comece a sua frase com números. 4. Evite a palavra ACONTECE. Ela deve ser utilizada para algo que não foi previsto. Exemplo: "o acidente aconteceu em frente ao banco". 5. As siglas conhecidas podem entrar no texto sem explicação, mas as não conhecidas usa-se primeiro a sigla e depois a explicação. Na próxima citação você pode usar apenas a sigla, porque já explicou seu significado antes. 6. Evite utilizar os dois pontos ( : ). Há momentos para isso, deve-se saber usá-los. 7. Por cento: sempre por extenso. 8. Cinco dólares. E não: US$ 5. Um milhão e meio de reais. E não: R$1,5 milhão. 9. Use os números de um a nove sempre por extenso. Os demais em algarismo (10, 35, 100). 10. Indique sempre primeiro o cargo e depois o nome. Ministro da Fazenda. Fulano de Tal. 11. Cuidado com o cacófato, cuidado com a sonoridade das palavras: amar ela (amarela). 12. Evite o verbo no gerúndio. E.A.G. por Eliseu Antonio Gomes Marcadores: Como criar e editar um blog?, Dicas, Eliseu Antonio Gomes UBE Blogs

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quinta-feira, 24 de março de 2011

daniel... pelo reverendo hernandes dias lopes CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho? CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho? CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho?

e
 CORAGEM PARA
SER DIFERENTE
DANIEL 1:1-21


INTRODUÇÃO


1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel.
A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro.

2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia.
Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro.

3. A Babilônia era o maior império do mundo.
Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia.

4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência.

Seria ele produto do meio?
Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado?
Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim?

I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR

1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos

Daniel foi criado num contexto de piedade.
Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus.
Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado.
Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral.
É um jovem que tem coragem de ser diferente.


Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente.
Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou.
Uma religião sem vida não nos salvará.
Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento.
Deus reina, quer seu templo exista, quer não.
A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus.
O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso.

2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar.

a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar.

b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos.

c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida.
Ele está debaixo de um jugo.
A sua cidade foi cercada.
A fome desesperadora tomou conta do seu povo.
As mães comiam os seus próprios filhos.
As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada.
Outros levados cativos.

d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido.
Sua cidade foi arrasada.
Seu templo foi derrubado.
Seu povo estava debaixo de opróbrio.
Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto.

e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137).
Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha.
“Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”.

3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe

Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria.
É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria.
Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus.

II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS

1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia

Nabucodonosor era um estadista e um estrategista.
Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos.
Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura.
O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia.
Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos.

O vestibular era composto de três exames:

1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres;
2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência;
3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder.

2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional

O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio.
Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo.
Era uma chance de ouro.
Era tudo que um jovem queria na vida.
Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos.
Mas, cuidado:
o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo).
O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé?
O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa?

3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação

a) Cuidado com as iguarias do mundo!

Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade.
Eles só teriam que pensar em seus estudos.
Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios.
Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre.
Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão.
Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho.
Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno.
Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele.
Não entre na forma do mundo.
Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece!
Fuja das festas do mundo!
Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida.
Muitos diriam hoje:
“Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente.
Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos?
Por que não colocar esses escrúpulos de lado?
Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia.
Você vai salgar aquele ambiente.
Você vai ser uma luz lá no palácio.
Deixe de lado esse radicalismo seu.
Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade.
Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.”

b) Cuidado com a mudança dos valores!

Seus nomes foram trocados.
Isso significa, vamos esquecer o passado.
Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus.
Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego.
Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel.
A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes.

c) Cuidado com as ofertas vantajosas!

Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia.
Pensaram:
É melhor esquecer Sião.
É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver.
A Bíblia já não serve mais para nós.
Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora.
A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra.
Para eles, tudo havia se tornado relativo.
Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças.

d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo!

Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade.
Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações.
Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia.
A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno.
Daniel não negociou seus valores.
Ele não se corrompeu. Não se mundanizou.
Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida.
4. A determinação de não se contaminar

Daniel estava no mundo, mas não era do mundo.
Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo.
Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus.

a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida.

Ele podia pensar:
Vou fazer só essa concessão.
Deus sabe que meu coração é dele.
Vou ceder só nesse ponto.
Mas não, Daniel era um homem de absolutos.
Ele não transigia com o pecado.
Seu grande projeto de vida era honrar a Deus.

b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades.

O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu.

Ele foi firme e gentil.
Ele foi firme e perseverante.
Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”.
Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme.

c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões

Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis.
Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões.
Não transija.
Não venda sua consciência.

Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada!
Os tempos mudaram:
Sexo antes do namoro não tem problema.
Dançar nas boates não tem problema.
Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema.
Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema.
Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…”

Daniel era radical na sua posição.
Não estava aberto a mudanças.
Fidelidade a Deus era inegociável para ele.
Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens.

Exemplo:

O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora.

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III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA

1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos

Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou.
Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes.
Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda.
Servir a Deus nos põe na frente!
2. Ele foi aprovado com grande honra

Finalmente o curso de três anos terminou.
Era hora dos exames finais.
Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais.
O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios.
Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso.
3. Ele passou a servir diante do rei

Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia.
Figurou entre os maiores do grande império.
Tornou-se homem de projeção.
Foi uma bênção durante toda a sua vida.
Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus.
Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições.

4. Ele foi maior do que a própria Babilônia


A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé.
A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império.
O v. 21 mostra o triunfo de Daniel.
Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro.
Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus.
Ele começou bem e terminou bem.

Hoje muitos começam bem e terminam mal.
São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo.

Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia.
Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado.

CONCLUSÃO

Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória.

Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade?

Você tem se guardado incontaminado do mundo?

Você é influenciador?

Você faz diferença no meio em que você vive?

As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho?