NOTÍCIAS IMPORTANTÍSSIMAS, MAS NÃO TÃO DIVULGADAS.
1- AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO...
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO REALMENTE GRATUITO.
2- MULTAS DE TRÂNSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve
ou média,passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator,na mesma infração,
nos últimos doze meses,quando a autoridade,considerando o prontuário do infrator,entender esta providência como mais educativa.
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL.
VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!
3. Importante: Documentos roubados
- BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - conforme a Lei 3.051/98
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o
direito de em caso de roubo ou furto(mediante apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);Identidade (R$ 32,65);Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).
Para conseguir a gratuidade basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
4. O cartório eletrônico, já está no ar!
www.cartorio24horas.com.br
Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento,
não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
Nele você resolve essas (e outras) burocracias,24 horas por dia,on-line.
Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário.
Depois,o documento chega por Sedex.
Gostaria que cada um não guardasse a informação só para si.
Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
Quem sou eu
sábado, 29 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
até que se cumpra tudo vamos ter de viver com isso...
domingo, 23 de janeiro de 2011SEM HIPOCRISIA: LEGALIZAÇÃO DO ABORTO!!
Bispo Edir Macedo e seu apoio ao Aborto
O Verme do Silas Malafaia falando sobre Aborto e Células-tronco
De acordo com um levantamento da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), mais de 70% dos brasileiros são contra a legalização do aborto. No entanto a maioria também acha que as leis devem ser revistas. Não é para menos, a lei discriminatória do aborto no Brasil é de 1940, e uma das mais restritivas do mundo, assemelhando-se às do Haiti e Sudão. Mesmo assim, estimativas do Ministério da Saúde indicam que entre 729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil. Destas, de acordo com organizações não governamentais, pelo menos 250 morrem. Geralmente quem morre são mulheres de classe baixa, que não possuem dinheiro suficiente para fazer o aborto em clínicas, como ocorrem com mulheres de classe média/alta.
Acho que antes de prosseguir é bom deixar bem claro a diferença, que muitas pessoas confundem, de legalização com liberação! É bom ter bem claro em mente, que legalizar é ditar normas, restrições e punições para a prática do aborto; o que facilitaria a fiscalização e punição. Legalizar não é liberar qualquer pessoa para praticar o aborto em qualquer situação em qualquer lugar... Isso é um absurdo! Mas é assim que muita gente, desinformada e desinteressada por um pouco de reflexão sobre o assunto, pensa.
Se o aborto fosse legalizado no Brasil, iria ocorrer muito provavelmente, como já ocorre em outros países: diminuição do número de mortes de mulheres (pobres) que procuram clínicas de aborto clandestinas, diminuição à longo prazo da criminalidade, que se desenvolve muitas vezes, de gravidez indesejadas e famílias desestruturadas. E até o número de abortos que hoje chega em 1,25 milhão pode cair. Isso já foi provado em sociedades que legalizaram o aborto. Isso decorre do acompanhamento do estado durante o processo de tomada de decisão por parte da mulher, que por sua vez tem maior sentimento de apoio e segurança. Um exemplo vem de Portugal. Lá o aborto é permitido até as 16 semanas em caso de estupros e até as 24 semanas em caso de malformação do feto. O governo supervisiona todo o processo, inclusive com um período onde a grávida é obrigada a refletir por alguns dias antes de confirmar que deseja abortar. No caso de má-formação do feto e estupro é mais difícil a mulher mudar de ideia a respeito da decisão de abortar, mas em se tratando de poucas condições econômicas ou outros motivos é mais provável. O que já está ocorrendo é uma redução do número de abortos legais no mundo (inclusive no Brasil), resultado de maior informação e distribuição de anticoncepcionais. Como sempre a Igreja contesta e desaprova o uso de anticoncepcionais dizendo que eles são tão abortivos quanto o Citotec.
Se tomando o exemplo de muitas sociedades que descriminalizaram o aborto e obtiveram mais benefícios do que malefícios, porque a sociedade insiste em dar as costas para esse problema de saúde pública?
O Estado tem que resolver problemas sociais e não ditar políticas de acordo com crenças de uma ou de outra religião.
Mas por trás desse "a favor da vida" (que por si só já convence muita gente, como se fosse um argumento válido) existe um dogmatismo e fanatismo que não condiz com a frase. Sendo o aborto legalizado ou não mais de um milhão de mulheres que o praticam anualmente e muitas morrem (uma a cada dois dias). Assim, somam-se as "mortes" de embriões e das mulheres. Se a legalização fosse feita iria diminuir a soma das mortes totais, diminuindo o das mulheres e dos embriões. Isso é lógica fácil. Mas todo mundo sabe que a diminuição das mortes no geral, não convence quem é "a favor da vida". Pois para os religiosos a única vida que tem valor é a do embrião e não das pessoas... Isso está bem claro quando Paul Hill matou o médico John Britton e seu guarda-costas James Barrett, que saíam de uma clínica de aborto, e feriu gravemente a esposa de Barrett. Antes de ganhar a sentença de morte ele convocou outros ativistas a continuarem seu "trabalho". O motivo é que essas pessoas estão entorpecidas pelo discurso religioso e lhe faltam informação, bom senso e senso crítico. Essa declaração a seguir é a mais perturbadora. Randall Terry, fundador da Operação Resgate, uma organização para intimidar quem oferece abortos declarou: "Quando eu, ou pessoas como eu, estiver governando o país, é bom você fugir, porque vamos encontrá-lo, vamos julgá-lo e vamos executá-lo. Estou falando sério. E farei com que seja parte da minha missão assegurar que vocês sejam julgados e executados." Terry estava se referindo a médicos que realizam abortos. Existem muitas outras declarações parecidas, a maioria de fanáticos norte-americanos. Esses exemplos, para nossa sorte isolados, demonstram duas coisas: Os "a favor da vida" não são tão a favor assim, pelo menos em se tratando de pessoas já formadas; e outra é o cuidado que devemos ter com o crescimento cada vez maior do poderio religioso no Brasil.
É incrível como as pessoas, automaticamente, são contra o aborto. Repetem a mesma ladainha, os mesmos argumentos dogmáticos da Idade do Bronze como Paula Viana, coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, destacou: “Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas”. Particularmente sou a favor da legalização do aborto porque vejo muito mais benefícios sociais do que malefícios. Países que já legalizaram são exemplos.
Porque não ter preconceitos a favor da legalização do aborto e admitir que seja um direito de escolha da mulher?
Um embrião com até 1 mês, possui menos células do que o cérebro de uma mosca. Se é considerado morte quando o sistema nervoso morre (mesmo todos os outros órgãos funcionando, o que possibilita a doação de órgãos), então porque não é considerado vida quando ocorre o desenvolvimento do sistema nervoso? E isso começa a ocorrer na 5ª semana de gestação e só torna-se funcional bem mais tarde. As pessoas preferem que uma mulher com trilhões de células, milhares de lembranças de pensamentos e sentimentos, rodeada por pessoas que ama etc., sofra só porque a Igreja ainda fala que a alma entra no embrião no momento da concepção (o que já foi refutado a centenas de anos). Primeiro tudo tinha alma, florestas, montanhas, rios, lagos, etc. (Isso é popularmente conhecido sobre os índios norte-americanos). Depois se começou com o dogma de que apenas os seres vivos possuíam alma (todos os animais e plantas). E por fim, Tomás de Aquino em 1268 retirou a alma "racional" dos outros animais, deixando apenas para o ser humano.
Mas todo embrião é alguém que deixa de existir, uma vida em potencial! Esse é o argumento mais usado. Sim, se olharmos retrospectivamente ficamos tomados por um sentimento de assassinato contra aquele embrião; mas isso ocorre porque partimos da noção de uma pessoa totalmente desenvolvida e aplicamos a analogia a algo que ainda não existe. Se todas as pessoas em potenciais nascessem, nosso planeta teria trilhões de pessoas. Isso porque todo óvulo e todo espermatozóide são pessoas em potencial. Todo mês as mulheres descartam um óvulo (às vezes mais) na menstruação. Se esse óvulo fosse fecundado daria origem a uma pessoa. É uma forma de aborto. E o que dizer dos milhões de espermatozóides, que formariam pessoas, que são jogados fora quando um homem se masturba, ou transa com camisinha ou interrompe o coito? São milhares de óvulos e espermatozóides que estão deixando de se encontrar e desenvolver uma pessoa. Imagine quantas pessoas deixaram de existir por isso! Sem contar ainda que de 40 a 60 por cento dos óvulos fecundados são abortados naturalmente sem a mulher perceber. São milhares de pessoas que nasceriam se não fosse ocorrer esse aborto natural. Toda vez que alguém negar em fazer sexo está sabotando o nascimento de alguma pessoa. Os cientistas já conseguiram transformar células da epiderme do braço em espermatozóides e óvulos. Daqui muitos anos poderemos fecundar um óvulo "epidermático" com um espermatozóide transformado de uma célula da sua pele; é só questão de tempo. Isso significa que toda vez que você toma banho e se esfrega, mata milhares de pessoas em potencial? Ácaros, fungos e outros parasitas estão matando células que possuem material genético (as instruções de como fazer uma pessoa) o tempo todo...
Porque todo mundo fala do aborto, mas ninguém dá atenção para a fertilização in vitro? Ocorrem mortes de embriões em dois processos da técnica. Quando é feita a introdução artificial do espermatozóide no óvulo e depois quando eles são implantados no útero, só sobrevivendo alguns de muitos implantados. E porque a polêmica sobre células-tronco embrionárias não convence os fiéis, tanto quanto o aborto, em não votar em quem é a favor dessa técnica? Nesse ponto começa a maior hipocrisia de todas. As técnicas de células tronco embrionárias (que já foram fecundadas e são pessoas em potencial) podem ajudar milhares de pessoas. São fundamentais para o avanço e desenvolvimento de novas técnicas de tratamento e cura (no futuro) de milhares de doenças, síndromes e traumas (incluindo pessoas paraplégicas). Isso acontece porque a palavra fertilização e células-tronco não estão tão rodeadas por mitos, tabus, dogmatismo e fanatismo religioso. E também, porque quando algo vai beneficiar tanto uma pessoa que precisa, ela tende a não possuir tantos preconceitos nem dogmatismo religioso.
Parece que a hipocrisia ao redor do aborto combina bem com a política...
Postado por Fábio Saltiél às 07:43 Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Google Buzz
Bispo Edir Macedo e seu apoio ao Aborto
O Verme do Silas Malafaia falando sobre Aborto e Células-tronco
De acordo com um levantamento da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), mais de 70% dos brasileiros são contra a legalização do aborto. No entanto a maioria também acha que as leis devem ser revistas. Não é para menos, a lei discriminatória do aborto no Brasil é de 1940, e uma das mais restritivas do mundo, assemelhando-se às do Haiti e Sudão. Mesmo assim, estimativas do Ministério da Saúde indicam que entre 729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil. Destas, de acordo com organizações não governamentais, pelo menos 250 morrem. Geralmente quem morre são mulheres de classe baixa, que não possuem dinheiro suficiente para fazer o aborto em clínicas, como ocorrem com mulheres de classe média/alta.
Acho que antes de prosseguir é bom deixar bem claro a diferença, que muitas pessoas confundem, de legalização com liberação! É bom ter bem claro em mente, que legalizar é ditar normas, restrições e punições para a prática do aborto; o que facilitaria a fiscalização e punição. Legalizar não é liberar qualquer pessoa para praticar o aborto em qualquer situação em qualquer lugar... Isso é um absurdo! Mas é assim que muita gente, desinformada e desinteressada por um pouco de reflexão sobre o assunto, pensa.
Se o aborto fosse legalizado no Brasil, iria ocorrer muito provavelmente, como já ocorre em outros países: diminuição do número de mortes de mulheres (pobres) que procuram clínicas de aborto clandestinas, diminuição à longo prazo da criminalidade, que se desenvolve muitas vezes, de gravidez indesejadas e famílias desestruturadas. E até o número de abortos que hoje chega em 1,25 milhão pode cair. Isso já foi provado em sociedades que legalizaram o aborto. Isso decorre do acompanhamento do estado durante o processo de tomada de decisão por parte da mulher, que por sua vez tem maior sentimento de apoio e segurança. Um exemplo vem de Portugal. Lá o aborto é permitido até as 16 semanas em caso de estupros e até as 24 semanas em caso de malformação do feto. O governo supervisiona todo o processo, inclusive com um período onde a grávida é obrigada a refletir por alguns dias antes de confirmar que deseja abortar. No caso de má-formação do feto e estupro é mais difícil a mulher mudar de ideia a respeito da decisão de abortar, mas em se tratando de poucas condições econômicas ou outros motivos é mais provável. O que já está ocorrendo é uma redução do número de abortos legais no mundo (inclusive no Brasil), resultado de maior informação e distribuição de anticoncepcionais. Como sempre a Igreja contesta e desaprova o uso de anticoncepcionais dizendo que eles são tão abortivos quanto o Citotec.
Se tomando o exemplo de muitas sociedades que descriminalizaram o aborto e obtiveram mais benefícios do que malefícios, porque a sociedade insiste em dar as costas para esse problema de saúde pública?
O Estado tem que resolver problemas sociais e não ditar políticas de acordo com crenças de uma ou de outra religião.
Mas por trás desse "a favor da vida" (que por si só já convence muita gente, como se fosse um argumento válido) existe um dogmatismo e fanatismo que não condiz com a frase. Sendo o aborto legalizado ou não mais de um milhão de mulheres que o praticam anualmente e muitas morrem (uma a cada dois dias). Assim, somam-se as "mortes" de embriões e das mulheres. Se a legalização fosse feita iria diminuir a soma das mortes totais, diminuindo o das mulheres e dos embriões. Isso é lógica fácil. Mas todo mundo sabe que a diminuição das mortes no geral, não convence quem é "a favor da vida". Pois para os religiosos a única vida que tem valor é a do embrião e não das pessoas... Isso está bem claro quando Paul Hill matou o médico John Britton e seu guarda-costas James Barrett, que saíam de uma clínica de aborto, e feriu gravemente a esposa de Barrett. Antes de ganhar a sentença de morte ele convocou outros ativistas a continuarem seu "trabalho". O motivo é que essas pessoas estão entorpecidas pelo discurso religioso e lhe faltam informação, bom senso e senso crítico. Essa declaração a seguir é a mais perturbadora. Randall Terry, fundador da Operação Resgate, uma organização para intimidar quem oferece abortos declarou: "Quando eu, ou pessoas como eu, estiver governando o país, é bom você fugir, porque vamos encontrá-lo, vamos julgá-lo e vamos executá-lo. Estou falando sério. E farei com que seja parte da minha missão assegurar que vocês sejam julgados e executados." Terry estava se referindo a médicos que realizam abortos. Existem muitas outras declarações parecidas, a maioria de fanáticos norte-americanos. Esses exemplos, para nossa sorte isolados, demonstram duas coisas: Os "a favor da vida" não são tão a favor assim, pelo menos em se tratando de pessoas já formadas; e outra é o cuidado que devemos ter com o crescimento cada vez maior do poderio religioso no Brasil.
É incrível como as pessoas, automaticamente, são contra o aborto. Repetem a mesma ladainha, os mesmos argumentos dogmáticos da Idade do Bronze como Paula Viana, coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, destacou: “Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas”. Particularmente sou a favor da legalização do aborto porque vejo muito mais benefícios sociais do que malefícios. Países que já legalizaram são exemplos.
Porque não ter preconceitos a favor da legalização do aborto e admitir que seja um direito de escolha da mulher?
Um embrião com até 1 mês, possui menos células do que o cérebro de uma mosca. Se é considerado morte quando o sistema nervoso morre (mesmo todos os outros órgãos funcionando, o que possibilita a doação de órgãos), então porque não é considerado vida quando ocorre o desenvolvimento do sistema nervoso? E isso começa a ocorrer na 5ª semana de gestação e só torna-se funcional bem mais tarde. As pessoas preferem que uma mulher com trilhões de células, milhares de lembranças de pensamentos e sentimentos, rodeada por pessoas que ama etc., sofra só porque a Igreja ainda fala que a alma entra no embrião no momento da concepção (o que já foi refutado a centenas de anos). Primeiro tudo tinha alma, florestas, montanhas, rios, lagos, etc. (Isso é popularmente conhecido sobre os índios norte-americanos). Depois se começou com o dogma de que apenas os seres vivos possuíam alma (todos os animais e plantas). E por fim, Tomás de Aquino em 1268 retirou a alma "racional" dos outros animais, deixando apenas para o ser humano.
Mas todo embrião é alguém que deixa de existir, uma vida em potencial! Esse é o argumento mais usado. Sim, se olharmos retrospectivamente ficamos tomados por um sentimento de assassinato contra aquele embrião; mas isso ocorre porque partimos da noção de uma pessoa totalmente desenvolvida e aplicamos a analogia a algo que ainda não existe. Se todas as pessoas em potenciais nascessem, nosso planeta teria trilhões de pessoas. Isso porque todo óvulo e todo espermatozóide são pessoas em potencial. Todo mês as mulheres descartam um óvulo (às vezes mais) na menstruação. Se esse óvulo fosse fecundado daria origem a uma pessoa. É uma forma de aborto. E o que dizer dos milhões de espermatozóides, que formariam pessoas, que são jogados fora quando um homem se masturba, ou transa com camisinha ou interrompe o coito? São milhares de óvulos e espermatozóides que estão deixando de se encontrar e desenvolver uma pessoa. Imagine quantas pessoas deixaram de existir por isso! Sem contar ainda que de 40 a 60 por cento dos óvulos fecundados são abortados naturalmente sem a mulher perceber. São milhares de pessoas que nasceriam se não fosse ocorrer esse aborto natural. Toda vez que alguém negar em fazer sexo está sabotando o nascimento de alguma pessoa. Os cientistas já conseguiram transformar células da epiderme do braço em espermatozóides e óvulos. Daqui muitos anos poderemos fecundar um óvulo "epidermático" com um espermatozóide transformado de uma célula da sua pele; é só questão de tempo. Isso significa que toda vez que você toma banho e se esfrega, mata milhares de pessoas em potencial? Ácaros, fungos e outros parasitas estão matando células que possuem material genético (as instruções de como fazer uma pessoa) o tempo todo...
Porque todo mundo fala do aborto, mas ninguém dá atenção para a fertilização in vitro? Ocorrem mortes de embriões em dois processos da técnica. Quando é feita a introdução artificial do espermatozóide no óvulo e depois quando eles são implantados no útero, só sobrevivendo alguns de muitos implantados. E porque a polêmica sobre células-tronco embrionárias não convence os fiéis, tanto quanto o aborto, em não votar em quem é a favor dessa técnica? Nesse ponto começa a maior hipocrisia de todas. As técnicas de células tronco embrionárias (que já foram fecundadas e são pessoas em potencial) podem ajudar milhares de pessoas. São fundamentais para o avanço e desenvolvimento de novas técnicas de tratamento e cura (no futuro) de milhares de doenças, síndromes e traumas (incluindo pessoas paraplégicas). Isso acontece porque a palavra fertilização e células-tronco não estão tão rodeadas por mitos, tabus, dogmatismo e fanatismo religioso. E também, porque quando algo vai beneficiar tanto uma pessoa que precisa, ela tende a não possuir tantos preconceitos nem dogmatismo religioso.
Parece que a hipocrisia ao redor do aborto combina bem com a política...
Postado por Fábio Saltiél às 07:43 Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Google Buzz
domingo, 23 de janeiro de 2011
O pastor da Primeira Igreja Batista Brasileira de Los Angeles (PIBBLA) fala sobre projetos missionários realizados que combinam evangelismo com ação social.
Miguel Albanez, pastor da PIBBLA, em entrevista ao The Christian Post, informou pelo menos seis projetos, dos quais a Igreja apoia não somente na região da Califórnia, mas sim outras regiões de outros países, como por exemplo, países da América Latina.
“Nós temos diversos projetos, nós investimos principalmente no Brasil, Moçambique e México.”
No Brasil, eles apoiam financeiramente os projetos como ‘Crianças de Belém,’ na cidade de Sorocaba, São Paulo e ‘Lar Batista Bíblico,’ no norte do Paraná.
O ‘Crianças de Belém’ surgiu a partir do contato da PIBBLA com o missionário da SEPAL de Londrina no Paraná, que mostrou o seu projeto e a Igreja começou a apoiar.
“O projeto está sob a supervisão de um missionário da SEPAL de Londrina no Paraná do Brasil. Ele inclusive foi meu colega de seminário e ele mostrou essa idéia, a Igreja aprovou,” informou Pr. Miguel.
Esse projeto tem vários anos e, segundo ele, é bem conhecido na cidade de Sorocaba.
“Nós começamos a apoiar esse projeto no ano passado,” informou.
O projeto de longa data visa atender as crianças que possuem o vírus HIV e é bem reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo.
“É uma organização modelo para outras organizações dessa área. O nosso apoio é financeiro,” explicou ele.
Já o ‘Lar Batista Bíblico,’no Norte do Paraná conduzido pelo Pr. Joaquim, ele conta que a Igreja decidiu apoiar em 2002, quando através de um membro da Igreja se tornou conhecido o trabalho que já era realizado por um casal de pastores.
“... desde 2002 nós começamos a apoiar. As pessoas ficam com seus corações tocados e começam a colaborar,” disse ele, complementando, “Ele visitou a nossa Igreja....isso tocou os nossos corações e nós começamos a ajudar.”
“A assistência às crianças órfans contribuiu para tirar muitas crianças da rua. Ao longo dos anos eles adotaram mais de 700 crianças.”
No México a Igreja contribui para a Plantação de Igrejas e atendimento à crianças carentes que é realizada por um pastor mexicano chamado Alejandro Corrales.
“Ele também serve café da manhã para cerca de 300 Igrejas carentes,” comentou.
O pastor explica que o projeto de Plantação de Igrejas não envolvia as crianças diretamente, mas vendo a necessidade de tantas pessoas carentes nessa área, o pastor Alejandro resolveu trabalhar com elas. Com relação à plantação de Igrejas, ele afirma que “ao longo desses anos, foram várias Igrejas.”
Além dos projetos mencionados, a Igreja ainda possui o “Alimente Minhas Ovelhas,” que consiste em ‘fazer bem ao próximo,’ e incluem o “Ronald Macdonald House,”apoiando os pais de crianças doentes e o “Dreier’s Nursing Home,” que consiste no tratamento de pessoas de idade avançada introduzindo Jesus em suas vidas.
Recentemente, com a tragédia causada pelas enchentes no Brasil, a Igreja está também preparando eventos para a arrecadação de dinheiro em prol dos desabrigados no Rio de Janeiro, região mais atingida pelas chuvas.
“Estamos trabalhando com um projeto para ajudar as vítimas das tragédias do Rio de Janeiro. As pessoas podem contribuir diretamente através do site. E também, vamos realizar um workshop de jiujitsu, com um rapaz da Igreja, para arrecadar fundos para enviar para lá.”
Para maiores informações sobre como colaborar com os projetos, acesse a página:
www.pibbla.org.
Miguel Albanez, pastor da PIBBLA, em entrevista ao The Christian Post, informou pelo menos seis projetos, dos quais a Igreja apoia não somente na região da Califórnia, mas sim outras regiões de outros países, como por exemplo, países da América Latina.
“Nós temos diversos projetos, nós investimos principalmente no Brasil, Moçambique e México.”
No Brasil, eles apoiam financeiramente os projetos como ‘Crianças de Belém,’ na cidade de Sorocaba, São Paulo e ‘Lar Batista Bíblico,’ no norte do Paraná.
O ‘Crianças de Belém’ surgiu a partir do contato da PIBBLA com o missionário da SEPAL de Londrina no Paraná, que mostrou o seu projeto e a Igreja começou a apoiar.
“O projeto está sob a supervisão de um missionário da SEPAL de Londrina no Paraná do Brasil. Ele inclusive foi meu colega de seminário e ele mostrou essa idéia, a Igreja aprovou,” informou Pr. Miguel.
Esse projeto tem vários anos e, segundo ele, é bem conhecido na cidade de Sorocaba.
“Nós começamos a apoiar esse projeto no ano passado,” informou.
O projeto de longa data visa atender as crianças que possuem o vírus HIV e é bem reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo.
“É uma organização modelo para outras organizações dessa área. O nosso apoio é financeiro,” explicou ele.
Já o ‘Lar Batista Bíblico,’no Norte do Paraná conduzido pelo Pr. Joaquim, ele conta que a Igreja decidiu apoiar em 2002, quando através de um membro da Igreja se tornou conhecido o trabalho que já era realizado por um casal de pastores.
“... desde 2002 nós começamos a apoiar. As pessoas ficam com seus corações tocados e começam a colaborar,” disse ele, complementando, “Ele visitou a nossa Igreja....isso tocou os nossos corações e nós começamos a ajudar.”
“A assistência às crianças órfans contribuiu para tirar muitas crianças da rua. Ao longo dos anos eles adotaram mais de 700 crianças.”
No México a Igreja contribui para a Plantação de Igrejas e atendimento à crianças carentes que é realizada por um pastor mexicano chamado Alejandro Corrales.
“Ele também serve café da manhã para cerca de 300 Igrejas carentes,” comentou.
O pastor explica que o projeto de Plantação de Igrejas não envolvia as crianças diretamente, mas vendo a necessidade de tantas pessoas carentes nessa área, o pastor Alejandro resolveu trabalhar com elas. Com relação à plantação de Igrejas, ele afirma que “ao longo desses anos, foram várias Igrejas.”
Além dos projetos mencionados, a Igreja ainda possui o “Alimente Minhas Ovelhas,” que consiste em ‘fazer bem ao próximo,’ e incluem o “Ronald Macdonald House,”apoiando os pais de crianças doentes e o “Dreier’s Nursing Home,” que consiste no tratamento de pessoas de idade avançada introduzindo Jesus em suas vidas.
Recentemente, com a tragédia causada pelas enchentes no Brasil, a Igreja está também preparando eventos para a arrecadação de dinheiro em prol dos desabrigados no Rio de Janeiro, região mais atingida pelas chuvas.
“Estamos trabalhando com um projeto para ajudar as vítimas das tragédias do Rio de Janeiro. As pessoas podem contribuir diretamente através do site. E também, vamos realizar um workshop de jiujitsu, com um rapaz da Igreja, para arrecadar fundos para enviar para lá.”
Para maiores informações sobre como colaborar com os projetos, acesse a página:
www.pibbla.org.
O pastor da Primeira Igreja Batista Brasileira de Los Angeles (PIBBLA) fala sobre projetos missionários realizados que combinam evangelismo com ação social.
Miguel Albanez, pastor da PIBBLA, em entrevista ao The Christian Post, informou pelo menos seis projetos, dos quais a Igreja apoia não somente na região da Califórnia, mas sim outras regiões de outros países, como por exemplo, países da América Latina.
“Nós temos diversos projetos, nós investimos principalmente no Brasil, Moçambique e México.”
No Brasil, eles apoiam financeiramente os projetos como ‘Crianças de Belém,’ na cidade de Sorocaba, São Paulo e ‘Lar Batista Bíblico,’ no norte do Paraná.
O ‘Crianças de Belém’ surgiu a partir do contato da PIBBLA com o missionário da SEPAL de Londrina no Paraná, que mostrou o seu projeto e a Igreja começou a apoiar.
“O projeto está sob a supervisão de um missionário da SEPAL de Londrina no Paraná do Brasil. Ele inclusive foi meu colega de seminário e ele mostrou essa idéia, a Igreja aprovou,” informou Pr. Miguel.
Esse projeto tem vários anos e, segundo ele, é bem conhecido na cidade de Sorocaba.
“Nós começamos a apoiar esse projeto no ano passado,” informou.
O projeto de longa data visa atender as crianças que possuem o vírus HIV e é bem reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo.
“É uma organização modelo para outras organizações dessa área. O nosso apoio é financeiro,” explicou ele.
Já o ‘Lar Batista Bíblico,’no Norte do Paraná conduzido pelo Pr. Joaquim, ele conta que a Igreja decidiu apoiar em 2002, quando através de um membro da Igreja se tornou conhecido o trabalho que já era realizado por um casal de pastores.
“... desde 2002 nós começamos a apoiar. As pessoas ficam com seus corações tocados e começam a colaborar,” disse ele, complementando, “Ele visitou a nossa Igreja....isso tocou os nossos corações e nós começamos a ajudar.”
“A assistência às crianças órfans contribuiu para tirar muitas crianças da rua. Ao longo dos anos eles adotaram mais de 700 crianças.”
No México a Igreja contribui para a Plantação de Igrejas e atendimento à crianças carentes que é realizada por um pastor mexicano chamado Alejandro Corrales.
“Ele também serve café da manhã para cerca de 300 Igrejas carentes,” comentou.
O pastor explica que o projeto de Plantação de Igrejas não envolvia as crianças diretamente, mas vendo a necessidade de tantas pessoas carentes nessa área, o pastor Alejandro resolveu trabalhar com elas. Com relação à plantação de Igrejas, ele afirma que “ao longo desses anos, foram várias Igrejas.”
Além dos projetos mencionados, a Igreja ainda possui o “Alimente Minhas Ovelhas,” que consiste em ‘fazer bem ao próximo,’ e incluem o “Ronald Macdonald House,”apoiando os pais de crianças doentes e o “Dreier’s Nursing Home,” que consiste no tratamento de pessoas de idade avançada introduzindo Jesus em suas vidas.
Recentemente, com a tragédia causada pelas enchentes no Brasil, a Igreja está também preparando eventos para a arrecadação de dinheiro em prol dos desabrigados no Rio de Janeiro, região mais atingida pelas chuvas.
“Estamos trabalhando com um projeto para ajudar as vítimas das tragédias do Rio de Janeiro. As pessoas podem contribuir diretamente através do site. E também, vamos realizar um workshop de jiujitsu, com um rapaz da Igreja, para arrecadar fundos para enviar para lá.”
Para maiores informações sobre como colaborar com os projetos, acesse a página:
www.pibbla.org.
Miguel Albanez, pastor da PIBBLA, em entrevista ao The Christian Post, informou pelo menos seis projetos, dos quais a Igreja apoia não somente na região da Califórnia, mas sim outras regiões de outros países, como por exemplo, países da América Latina.
“Nós temos diversos projetos, nós investimos principalmente no Brasil, Moçambique e México.”
No Brasil, eles apoiam financeiramente os projetos como ‘Crianças de Belém,’ na cidade de Sorocaba, São Paulo e ‘Lar Batista Bíblico,’ no norte do Paraná.
O ‘Crianças de Belém’ surgiu a partir do contato da PIBBLA com o missionário da SEPAL de Londrina no Paraná, que mostrou o seu projeto e a Igreja começou a apoiar.
“O projeto está sob a supervisão de um missionário da SEPAL de Londrina no Paraná do Brasil. Ele inclusive foi meu colega de seminário e ele mostrou essa idéia, a Igreja aprovou,” informou Pr. Miguel.
Esse projeto tem vários anos e, segundo ele, é bem conhecido na cidade de Sorocaba.
“Nós começamos a apoiar esse projeto no ano passado,” informou.
O projeto de longa data visa atender as crianças que possuem o vírus HIV e é bem reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo.
“É uma organização modelo para outras organizações dessa área. O nosso apoio é financeiro,” explicou ele.
Já o ‘Lar Batista Bíblico,’no Norte do Paraná conduzido pelo Pr. Joaquim, ele conta que a Igreja decidiu apoiar em 2002, quando através de um membro da Igreja se tornou conhecido o trabalho que já era realizado por um casal de pastores.
“... desde 2002 nós começamos a apoiar. As pessoas ficam com seus corações tocados e começam a colaborar,” disse ele, complementando, “Ele visitou a nossa Igreja....isso tocou os nossos corações e nós começamos a ajudar.”
“A assistência às crianças órfans contribuiu para tirar muitas crianças da rua. Ao longo dos anos eles adotaram mais de 700 crianças.”
No México a Igreja contribui para a Plantação de Igrejas e atendimento à crianças carentes que é realizada por um pastor mexicano chamado Alejandro Corrales.
“Ele também serve café da manhã para cerca de 300 Igrejas carentes,” comentou.
O pastor explica que o projeto de Plantação de Igrejas não envolvia as crianças diretamente, mas vendo a necessidade de tantas pessoas carentes nessa área, o pastor Alejandro resolveu trabalhar com elas. Com relação à plantação de Igrejas, ele afirma que “ao longo desses anos, foram várias Igrejas.”
Além dos projetos mencionados, a Igreja ainda possui o “Alimente Minhas Ovelhas,” que consiste em ‘fazer bem ao próximo,’ e incluem o “Ronald Macdonald House,”apoiando os pais de crianças doentes e o “Dreier’s Nursing Home,” que consiste no tratamento de pessoas de idade avançada introduzindo Jesus em suas vidas.
Recentemente, com a tragédia causada pelas enchentes no Brasil, a Igreja está também preparando eventos para a arrecadação de dinheiro em prol dos desabrigados no Rio de Janeiro, região mais atingida pelas chuvas.
“Estamos trabalhando com um projeto para ajudar as vítimas das tragédias do Rio de Janeiro. As pessoas podem contribuir diretamente através do site. E também, vamos realizar um workshop de jiujitsu, com um rapaz da Igreja, para arrecadar fundos para enviar para lá.”
Para maiores informações sobre como colaborar com os projetos, acesse a página:
www.pibbla.org.
sábado, 22 de janeiro de 2011
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