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quinta-feira, 24 de março de 2011

daniel... pelo reverendo hernandes dias lopes CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho? CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho? CORAGEM PARA SER DIFERENTE DANIEL 1:1-21 INTRODUÇÃO 1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel. A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro. 2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro. 3. A Babilônia era o maior império do mundo. Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia. 4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência. Seria ele produto do meio? Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado? Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim? I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR 1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos • Daniel foi criado num contexto de piedade. Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus. Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado. Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral. É um jovem que tem coragem de ser diferente. • Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente. Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou. Uma religião sem vida não nos salvará. Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento. Deus reina, quer seu templo exista, quer não. A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus. O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso. 2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar. a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar. b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos. c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida. Ele está debaixo de um jugo. A sua cidade foi cercada. A fome desesperadora tomou conta do seu povo. As mães comiam os seus próprios filhos. As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada. Outros levados cativos. d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido. Sua cidade foi arrasada. Seu templo foi derrubado. Seu povo estava debaixo de opróbrio. Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto. e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137). Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha. “Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”. 3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe • Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria. É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus. II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS 1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia • Nabucodonosor era um estadista e um estrategista. Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos. Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura. O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia. Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos. • O vestibular era composto de três exames: 1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres; 2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência; 3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder. 2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional • O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio. Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Era uma chance de ouro. Era tudo que um jovem queria na vida. Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos. Mas, cuidado: o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo). O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé? O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa? 3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação a) Cuidado com as iguarias do mundo! – Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade. Eles só teriam que pensar em seus estudos. Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios. Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre. Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão. Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho. Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno. Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele. Não entre na forma do mundo. Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece! Fuja das festas do mundo! Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida. Muitos diriam hoje: “Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente. Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos? Por que não colocar esses escrúpulos de lado? Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia. Você vai salgar aquele ambiente. Você vai ser uma luz lá no palácio. Deixe de lado esse radicalismo seu. Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade. Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.” b) Cuidado com a mudança dos valores! – Seus nomes foram trocados. Isso significa, vamos esquecer o passado. Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus. Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego. Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel. A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes. c) Cuidado com as ofertas vantajosas! – Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia. Pensaram: É melhor esquecer Sião. É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver. A Bíblia já não serve mais para nós. Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora. A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra. Para eles, tudo havia se tornado relativo. Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças. d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo! – Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade. Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações. Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia. A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno. Daniel não negociou seus valores. Ele não se corrompeu. Não se mundanizou. Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida. 4. A determinação de não se contaminar • Daniel estava no mundo, mas não era do mundo. Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo. Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus. a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida. Ele podia pensar: Vou fazer só essa concessão. Deus sabe que meu coração é dele. Vou ceder só nesse ponto. Mas não, Daniel era um homem de absolutos. Ele não transigia com o pecado. Seu grande projeto de vida era honrar a Deus. b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades. O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu. Ele foi firme e gentil. Ele foi firme e perseverante. Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”. Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme. c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões • Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis. Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões. Não transija. Não venda sua consciência. • Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada! Os tempos mudaram: Sexo antes do namoro não tem problema. Dançar nas boates não tem problema. Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema. Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema. Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…” • Daniel era radical na sua posição. Não estava aberto a mudanças. Fidelidade a Deus era inegociável para ele. Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens. Exemplo: O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora. ………………………………………………………… ATENÇÃO!!! Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog. O meu objetivo maior é servir a vc. Mas, preciso tbm de vc. Como? Por favor, dê um click em qualquer propaganda abaixo ou lado deste Esboço. Conto com vc. Um abraço fraternal. ………………………………………………………… III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA 1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos • Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou. Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes. Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda. Servir a Deus nos põe na frente! 2. Ele foi aprovado com grande honra • Finalmente o curso de três anos terminou. Era hora dos exames finais. Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais. O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios. Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso. 3. Ele passou a servir diante do rei • Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia. Figurou entre os maiores do grande império. Tornou-se homem de projeção. Foi uma bênção durante toda a sua vida. Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus. Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições. 4. Ele foi maior do que a própria Babilônia • A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé. A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império. O v. 21 mostra o triunfo de Daniel. Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro. Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus. Ele começou bem e terminou bem. • Hoje muitos começam bem e terminam mal. São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo. • Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia. Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado. CONCLUSÃO • Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória. • Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade? • Você tem se guardado incontaminado do mundo? Você é influenciador? Você faz diferença no meio em que você vive? As pessoas são atraídas a conhecer a Deus através do seu testemunho?

e
 CORAGEM PARA
SER DIFERENTE
DANIEL 1:1-21


INTRODUÇÃO


1. Não era fácil ser jovem nos dias de Daniel.
A nação inteira estava vivendo em fragrante desobediência a Deus. Os tempos de fervor espiritual haviam se acabado com a reforma religiosa do rei Josias. Deus, então, através de Jeremias e Habacuque alerta o povo que um tempo de calamidade aconteceria. A poderosa Babilônia invadiria Jerusalém e levaria o povo para o cativeiro.

2. Em 606 Nabucodonosor cercou Jerusalém e saqueou o templo e levou todos os seus tesouros para a Babilônia.
Levou também as pessoas ricas, jovens e bem-dotadas, deixando os demais para trás. Estabeleceu Zedequias no governo, mas este rebelou-se contra a Babilônia. Então, Nabucodonosor cercou a cidade por mais de dois anos até que a fome vencesse o povo dentro de suas muralhas. Depois invadiu a cidade, incendiou o templo, quebrou os muros, forçou as jovens, matou os jovens e levou o povo para o cativeiro.

3. A Babilônia era o maior império do mundo.
Era a senhora do universo. As muralhas da cidade da Babilônia era inexpugnáveis com 30 metros de altura e dava para três carros aparelhados com mais de 1.200 torres. Ali havia uma das sete maravilhas do mundo antigo: os jardins suspensos da Babilônia.

4. Nesse contexto de apostasia, mundanismo, infidelidade a Deus, desobediência, guerra e ameaça de uma invasão internacional é que Daniel cresce. É nesse tempo dramático que ele vive sua infância e adolescência.

Seria ele produto do meio?
Seria ele um a mais na massa que se enveredava para as sombras do pecado?
Como ser um jovem fiel a Deus num tempo assim?

I. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS A PESAR DE UM PASSADO DE DOR

1. No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos

Daniel foi criado num contexto de piedade.
Era ainda adolescente, mas conhecia a Deus.
Era ainda jovem, mas sabia o que era certo e errado.
Estava no alvorecer da sua vida, mas não se mistura com aqueles que se entregam ao relativismo moral.
É um jovem que tem coragem de ser diferente.


Daniel estava vendo uma geração que estava colhendo o que seus pais haviam semeado – v. 2 – Jerusalém fica intacta nesta primeira invasão, mas o templo é saqueado. Isto não foi por acidente.
Por muito tempo os judeus haviam confiado no templo e não no Senhor (Jr 7:7). Acham que enquanto tivessem o templo estariam a salvo. Mas o templo não os salvou.
Uma religião sem vida não nos salvará.
Confiar no templo não era um substituto para o arrependimento.
Deus reina, quer seu templo exista, quer não.
A invasão da Babilônia, o saque do templo, os tesouros transportados e os cativos a chorar, tudo isso foi obra de Deus.
O povo estava sendo derrotado, mas Deus era vitorioso.

2. No meio de tragédias terríveis, Daniel não deixa o seu coração se azedar.

a) Daniel perdeu a sua nacionalidade – Ele foi arrancado da sua Pátria. Ele perdeu sua bandeira. Ele foi tirado do seu lar.

b) Daniel perdeu a sua família – Ele foi arrancado dos braços de seus pais, da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Ele foi agredido, violentado em seus direitos.

c) Daniel perdeu a sua liberdade – Ele sai de casa não como estudante, mas como escravo. Ele não é dono da sua vida.
Ele está debaixo de um jugo.
A sua cidade foi cercada.
A fome desesperadora tomou conta do seu povo.
As mães comiam os seus próprios filhos.
As jovens foram forçadas. Os jovens passados ao fio da espada.
Outros levados cativos.

d) Daniel perdeu a sua religião – Seu país foi invadido.
Sua cidade foi arrasada.
Seu templo foi derrubado.
Seu povo estava debaixo de opróbrio.
Estava agora longe de casa, em um país estranho, com uma língua estranha, sem a Palavra de Deus nas mãos, sem o templo, sem sacerdotes, sem culto.

e) Daniel a despeito das perdas, não é um jovem influenciado, mas um influenciador – As pessoas que foram levadas cativas entregaram-se à depressão, nostalgia, choro, desânimo, amargura e ódio (Salmo 137).
Daniel escolheu ser uma luz, uma testemunha, um jovem fiel a Deus em terra estranha.
“Não é o que as pessoas nos fazem que importa, mas como reagimos a isso”.

3. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompe

Daniel é levado para a Babilônia eivada de idolatria.
É levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e feitiçaria.
Daniel vai como escravo para uma terra sem o conhecimento de Deus, onde não havia a Palavra de Deus nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus.

II. DANIEL, UM JOVEM FIEL A DEUS APESAR DE UM PRESENTE DE OPORTUNIDADES E GRANDES RISCOS

1. Escolhido para estudar na Universidade da Babilônia

Nabucodonosor era um estadista e um estrategista.
Ao mesmo tempo que seus exércitos eram devastadores, queimando casas, cidades, demolindo palácios e templos.
Ao mesmo tempo que assassinavam, saqueavam e carregavam manadas para a Babilônia; também cria uma Universidade para formar jovens cativos que pudessem amar a Babilônia e se tornarem divulgadores da sua cultura.
O método de Nabucodonosor era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la no serviço público de Babilônia.
Eles mesmos governariam sobre os demais súditos conquistados. Assim, aqueles que se rebelassem teriam de fazê-lo contra seu próprio povo, talvez contra seus próprios filhos.

O vestibular era composto de três exames:

1) Qualidades Sociais – linhagem real e dos nobres;
2) Qualidades Físicas e Morais – jovens sem nenhum defeito e de boa aparência;
3) Qualidades Intelectuais – instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio. Os aprovados deveriam andar pelos corredores do poder.

2. Promessa de emprego garantido e sucesso profissional

O v. 5 nos informa que o curso da Universidade de Babilônia era de período intensivo e demorava apenas três anos e depois disso eles iriam assistir no Palácio.
Era emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo.
Era uma chance de ouro.
Era tudo que um jovem queria na vida.
Era tudo que um pai ou pai podia sonhar para os seus filhos.
Mas, cuidado:
o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
O que adianta você ficar rico, vendendo a sua alma ao diabo (O filme O Advogado do diabo).
O que adianta você ter sucesso, mas perder a sua fé?
O que adianta você ser famoso, mas não ter uma vida limpa?

3. Cuidado, a amizade do mundo é inimizade contra Deus – O perigo da aculturação

a) Cuidado com as iguarias do mundo!

Os jovens além de terem a melhor Universidade do mundo de graça, ainda teriam comida de graça, e da melhor qualidade.
Eles só teriam que pensar em seus estudos.
Deveriam até mesmo esquecer que eram judeus, a fim de tornarem-se babilônios.
Deveriam esquecer que eram servos de Deus, e tornarem-se servos de um rei terrestre.
Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição, no palácio real de Babilônia, se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer aqueles alimentos era tornar-se participante de um culto pagão.
Todas as maças do diabo são bonitas, mas elas têm bicho.
Os banquetes do mundo são atraentes, mas o mundo jaz no maligno.
Ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus. Aquele que ama o mundo o amor do Pai não está nele.
Não entre na forma do mundo.
Fuja dos banquetes que o mundo lhe oferece!
Fuja das festas do mundo!
Fuja das boates, das noitadas, dos lugares que podem ser uma laço para a sua vida.
Muitos diriam hoje:
“Daniel, você está sendo muito radical, muito puritano, muito intransigente.
Por que criar um caso com uma coisa tão pequena como comer alimento oferecido aos ídolos?
Por que não colocar esses escrúpulos de lado?
Pense na influência que você pode exercer, encontrando-se no serviço público da Babilônia.
Você vai salgar aquele ambiente.
Você vai ser uma luz lá no palácio.
Deixe de lado esse radicalismo seu.
Mas Daniel prefere a prisão ou a morte do que a infidelidade.
Daniel disse: “Prefiro a morte do que pecar, ainda que um pouco.”

b) Cuidado com a mudança dos valores!

Seus nomes foram trocados.
Isso significa, vamos esquecer o passado.
Entre os hebreus o nome era resultado de uma experiência com Deus. Todos os quatro jovens judeus tinham nomes ligados a Deus.
Seus nomes foram trocados e vinculados às divindades pagãs de Bel, Marduque, Vênus e Nego.
Os caldeus queriam varrer o nome de Deus do coração de Daniel.
A universidade da Babilônia queria tirar a convicção de Deus da mente de Daniel. Queria plantar nele novas convicções, novas crenças, novos valores, por isso mudaram seus nomes.

c) Cuidado com as ofertas vantajosas!

Muitos judeus se dispuseram a aceitar as ofertas generosas da Babilônia.
Pensaram:
É melhor esquecer Sião.
É melhor esquecer os absolutos da Palavra de Deus. Isso não tem nada a ver.
A Bíblia já não serve mais para nós.
Agora estamos num estágio mais avançado: estamos estudando as ciências. Além do mais a Babilônia oferecia riquezas, prazeres e Jerusalém era muito repressora.
A lei de Deus, pensavam, é muito rígida, tem muitos preceitos. E assim, muitos se libertaram de seus escrúpulos e esqueceram de Deus, da sua Palavra.
Para eles, tudo havia se tornado relativo.
Os tempos estavam mudando depressa e eles precisam se adaptar às mudanças.

d) Cuidado com o que está por trás das vantagens do mundo!

Daniel e seus companheiros era jovens comprometidos com a verdade.
Os caldeus mudaram seus nomes, mas não seus corações.
Eles compreenderam que a babilonização era uma porta aberta para a apostasia. Sentiram que o paternalismo da Babilônia era pior do que a espada da Babilônia.
A guerra das idéias, a lavagem cerebral, a relativação da moral, a filosofia do que “nada tem nada a ver” é procedente do maligno.
Daniel não negociou seus valores.
Ele não se corrompeu. Não se mundanizou.
Ele teve coragem para ser diferente mesmo quando foi pressionado a se contaminar, mesmo quando não era vigiado e mesmo quando estava correndo risco de vida.
4. A determinação de não se contaminar

Daniel estava no mundo, mas não era do mundo.
Deus não livrou Daniel do perigo, mas lhe deu livramento no perigo.
Ele não satanizou a cultura, dizendo que tudo era do diabo, mas ele percorreu os corredores da Universidade e do Palácio sem se corromper. Mesmo cercado por uma babel de outras vozes, sempre se orientou pela voz de Deus. Resistiu sempre aos interesses da Babilônia, quando esses se chocavam com os interesses do Reino de Deus.

a) Daniel foi corajoso em sua decisão – Ele podia perder a vida, o emprego, a oportunidade da sua vida.

Ele podia pensar:
Vou fazer só essa concessão.
Deus sabe que meu coração é dele.
Vou ceder só nesse ponto.
Mas não, Daniel era um homem de absolutos.
Ele não transigia com o pecado.
Seu grande projeto de vida era honrar a Deus.

b) Daniel foi sábio em sua decisão – Daniel teve tato para lidar com as dificuldades.

O verso 8 nos informa que ele resolveu e pediu.

Ele foi firme e gentil.
Ele foi firme e perseverante.
Ele não disse: “Eu não como carne.” Mas é ordem do Rei, “azar do rei”.
Se tivesse feito isso, certamente seria um jovem morto e se morresse não era por fidelidade, mas por burrice. Daniel era sábio, discreto, gentil e sensível. Mas também era firme.

c) Daniel foi coerente durante todas as suas decisões

Porque disseram NÃO nas provas mais simples, puderam dizer NÃO nas provas mais difíceis.
Seus amigos depois enfrentaram a fornalha e ele a cova dos leões.
Não transija.
Não venda sua consciência.

Nosso mundo está mudando todo dia: as pessoas dizem para você: que nada!
Os tempos mudaram:
Sexo antes do namoro não tem problema.
Dançar nas boates não tem problema.
Ficar com um rapaz ou moça hoje e com outro ou outra amanhã não tem problema.
Visitar os sites pornográficos na Internet não tem problema.
Jesus disse: “Se o teu olho te faz tropeçar arranca-o…”

Daniel era radical na sua posição.
Não estava aberto a mudanças.
Fidelidade a Deus era inegociável para ele.
Mas hoje muitos jovens estão se contaminando. Namoros, roupas, jovens de brinco, piercings, tatuagens.

Exemplo:

O jovem ferido que blasfemava e tinha uma tatuagem de Cristo no peito. Seu Cristo estava apenas do lado de fora.

………………………………………………………… ATENÇÃO!!!Espero que vc esteja fazendo bom proveito deste Blog.
O meu objetivo maior é servir a vc.
Mas, preciso tbm de vc.
Como?
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Conto com vc.Um abraço fraternal.…………………………………………………………
III. DANIEL, UM JOVEM FIEL APESAR DE UM FUTURO DE GLÓRIA

1. Ele ganhou a confiança do chefe dos eunucos

Apenas ficou com medo e tentou demovê-lo, mas Daniel argumentou.
Confiou em Deus e Deus o honrou e ele e seus amigos tornaram-se mais robustos que os outros estudantes.
Jovem crente precisa se destacar. Ele é cabeça e não cauda.
Servir a Deus nos põe na frente!
2. Ele foi aprovado com grande honra

Finalmente o curso de três anos terminou.
Era hora dos exames finais.
Como nas Universidades Britânicas em dias passados, estes exames não eram escritos, mas orais.
O próprio rei os examinou. E Daniel e seus amigos foram examinados, aprovados e considerados dez vezes mais sábios que os outros estudantes. Como resultado, cada um dos quatro foi colocado em um alto cargo. Porque foram fiéis a Deus, o Senhor os honrou e os fez dez vezes mais cultos e mais eminentes que os mais sábios.
Eles estavam no palácio do rei da Babilônia, servindo ao Rei Eterno, o Deus Todo Poderoso.
3. Ele passou a servir diante do rei

Daniel tornou-se primeiro ministro da Babilônia.
Figurou entre os maiores do grande império.
Tornou-se homem de projeção.
Foi uma bênção durante toda a sua vida.
Muitos crentes anseiam por posições mais altas, mas para isso negociam valores, vendem suas consciências, se corrompem e envergonham o nome de Deus.
Se não vivermos agora honrando a Deus nas pequenas coisas, jamais o honraremos quando chegarmos em altas posições.

4. Ele foi maior do que a própria Babilônia


A Babilônia caiu, mas Daniel continuou de pé.
A Babilônia perdeu o seu poder, mas Daniel continuou sendo uma bênção para outro império.
O v. 21 mostra o triunfo de Daniel.
Ele continuou fiel até o primeiro ano de Ciro.
Ele atravessou 70 anos de cativeiro com uma vida limpa diante de Deus.
Ele começou bem e terminou bem.

Hoje muitos começam bem e terminam mal.
São crentes consagrados até enfrentarem a primeira prova, mas depois negociam seus valores, vendem suas consciências e se perdem no cipoal de suas paixões e deixam sua devoção a Jesus, deixam a igreja e se contaminam com o mundo.

Babilônia passou e um novo império surgiu, mas Deus continuou servindo a Deus na Babilônia.
Reis subiram ao trono e desceram do trono, mas Daniel continuou como um homem incontaminado.

CONCLUSÃO

Daniel foi um jovem fiel e incotaminado apesar da sua aparência, das suas oportunidades, dos seus dotes, dos seus riscos e da sua glória.

Você é um jovem fiel a Deus na adversidade e na prosperidade?

Você tem se guardado incontaminado do mundo?

Você é influenciador?

Você faz diferença no meio em que você vive?

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

EXISTIARAM REALMENTE OS GIGANTE? DO BLOGG RHEMA

Texto: 2 Samuel 21. 15-22; 1 Crônicas 20.4-8;






Os Gigantes em Hebraico “Refaim”





Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. Gênesis 6.4





A recente descoberta arqueológica na Grécia.











Esta descoberta completamente inesperada prova da existência de "Nephilim".

Nephilim é a palavra usada para descrever o gigante que é falada nos tempos bíblicos por Enoch, e contra o gigante que lutou David (Golias).





























Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.Num.13:33;















Há alguns nomes de gigantes filisteus que são citados na bíblia, tais como:

- Isbi-Benobe, o peso de sua lança era de trezentos ciclos; Safe; Golias, o geteu; Golias o filisteu que lutou contra Davi; Sipai; Lami;











Houve ainda outra peleja; esta foi em Gate, onde estava um homem de grande estatura, que tinha em cada mão e em cada pé seis dedos, vinte e quatro ao todo; este também descendia dos gigantes. 2 Samuel 21.20;

























Só para mostrar que a Bíblia é verdadeira com suas lições de história que são aplicáveis tanto para o futuro como para hoje e que não é só um livro espiritual. Isto é incrível. Não que já não tenha sido demonstrado que as Escrituras são verdadeiras, são apenas mais evidências para os nossos tempos.





Mensagens Bíblicas Cristo Vive.

Tema: Então vieram os Gigantes

EXISTIARAM REALMENTE OS GIGANTE? DO BLOGG RHEMA

Texto: 2 Samuel 21. 15-22; 1 Crônicas 20.4-8;






Os Gigantes em Hebraico “Refaim”





Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. Gênesis 6.4





A recente descoberta arqueológica na Grécia.











Esta descoberta completamente inesperada prova da existência de "Nephilim".

Nephilim é a palavra usada para descrever o gigante que é falada nos tempos bíblicos por Enoch, e contra o gigante que lutou David (Golias).





























Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.Num.13:33;















Há alguns nomes de gigantes filisteus que são citados na bíblia, tais como:

- Isbi-Benobe, o peso de sua lança era de trezentos ciclos; Safe; Golias, o geteu; Golias o filisteu que lutou contra Davi; Sipai; Lami;











Houve ainda outra peleja; esta foi em Gate, onde estava um homem de grande estatura, que tinha em cada mão e em cada pé seis dedos, vinte e quatro ao todo; este também descendia dos gigantes. 2 Samuel 21.20;

























Só para mostrar que a Bíblia é verdadeira com suas lições de história que são aplicáveis tanto para o futuro como para hoje e que não é só um livro espiritual. Isto é incrível. Não que já não tenha sido demonstrado que as Escrituras são verdadeiras, são apenas mais evidências para os nossos tempos.





Mensagens Bíblicas Cristo Vive.

Tema: Então vieram os Gigantes

sábado, 29 de janeiro de 2011

NOTÍCIAS IMPORTANTÍSSIMAS, MAS NÃO TÃO DIVULGADAS.

NOTÍCIAS IMPORTANTÍSSIMAS, MAS NÃO TÃO DIVULGADAS.


1- AUXÍLIO À LISTA

Telefone 102... não!

Agora é: 08002800102





NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO...

SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO REALMENTE GRATUITO.









2- MULTAS DE TRÂNSITO

No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.

É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

Código de Trânsito Brasileiro

Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve

ou média,passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator,na mesma infração,

nos últimos doze meses,quando a autoridade,considerando o prontuário do infrator,entender esta providência como mais educativa.

DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL.

VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!





3. Importante: Documentos roubados

- BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - conforme a Lei 3.051/98





Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o

direito de em caso de roubo ou furto(mediante apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:

Habilitação (R$ 42,97);Identidade (R$ 32,65);Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).



Para conseguir a gratuidade basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..





4. O cartório eletrônico, já está no ar!

www.cartorio24horas.com.br





Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento,

não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.

Nele você resolve essas (e outras) burocracias,24 horas por dia,on-line.

Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário.

Depois,o documento chega por Sedex.







Gostaria que cada um não guardasse a informação só para si.



Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Viva Solto..: VERDADES E MENTIRAS: UM EXAME SOBRE O CÓDIGO DA VINCI

Viva Solto..: VERDADES E MENTIRAS: UM EXAME SOBRE O CÓDIGO DA VINCI

até que se cumpra tudo vamos ter de viver com isso...

domingo, 23 de janeiro de 2011SEM HIPOCRISIA: LEGALIZAÇÃO DO ABORTO!!








Bispo Edir Macedo e seu apoio ao Aborto





O Verme do Silas Malafaia falando sobre Aborto e Células-tronco





De acordo com um levantamento da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), mais de 70% dos brasileiros são contra a legalização do aborto. No entanto a maioria também acha que as leis devem ser revistas. Não é para menos, a lei discriminatória do aborto no Brasil é de 1940, e uma das mais restritivas do mundo, assemelhando-se às do Haiti e Sudão. Mesmo assim, estimativas do Ministério da Saúde indicam que entre 729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil. Destas, de acordo com organizações não governamentais, pelo menos 250 morrem. Geralmente quem morre são mulheres de classe baixa, que não possuem dinheiro suficiente para fazer o aborto em clínicas, como ocorrem com mulheres de classe média/alta.





Acho que antes de prosseguir é bom deixar bem claro a diferença, que muitas pessoas confundem, de legalização com liberação! É bom ter bem claro em mente, que legalizar é ditar normas, restrições e punições para a prática do aborto; o que facilitaria a fiscalização e punição. Legalizar não é liberar qualquer pessoa para praticar o aborto em qualquer situação em qualquer lugar... Isso é um absurdo! Mas é assim que muita gente, desinformada e desinteressada por um pouco de reflexão sobre o assunto, pensa.





Se o aborto fosse legalizado no Brasil, iria ocorrer muito provavelmente, como já ocorre em outros países: diminuição do número de mortes de mulheres (pobres) que procuram clínicas de aborto clandestinas, diminuição à longo prazo da criminalidade, que se desenvolve muitas vezes, de gravidez indesejadas e famílias desestruturadas. E até o número de abortos que hoje chega em 1,25 milhão pode cair. Isso já foi provado em sociedades que legalizaram o aborto. Isso decorre do acompanhamento do estado durante o processo de tomada de decisão por parte da mulher, que por sua vez tem maior sentimento de apoio e segurança. Um exemplo vem de Portugal. Lá o aborto é permitido até as 16 semanas em caso de estupros e até as 24 semanas em caso de malformação do feto. O governo supervisiona todo o processo, inclusive com um período onde a grávida é obrigada a refletir por alguns dias antes de confirmar que deseja abortar. No caso de má-formação do feto e estupro é mais difícil a mulher mudar de ideia a respeito da decisão de abortar, mas em se tratando de poucas condições econômicas ou outros motivos é mais provável. O que já está ocorrendo é uma redução do número de abortos legais no mundo (inclusive no Brasil), resultado de maior informação e distribuição de anticoncepcionais. Como sempre a Igreja contesta e desaprova o uso de anticoncepcionais dizendo que eles são tão abortivos quanto o Citotec.





Se tomando o exemplo de muitas sociedades que descriminalizaram o aborto e obtiveram mais benefícios do que malefícios, porque a sociedade insiste em dar as costas para esse problema de saúde pública?





O Estado tem que resolver problemas sociais e não ditar políticas de acordo com crenças de uma ou de outra religião.





Mas por trás desse "a favor da vida" (que por si só já convence muita gente, como se fosse um argumento válido) existe um dogmatismo e fanatismo que não condiz com a frase. Sendo o aborto legalizado ou não mais de um milhão de mulheres que o praticam anualmente e muitas morrem (uma a cada dois dias). Assim, somam-se as "mortes" de embriões e das mulheres. Se a legalização fosse feita iria diminuir a soma das mortes totais, diminuindo o das mulheres e dos embriões. Isso é lógica fácil. Mas todo mundo sabe que a diminuição das mortes no geral, não convence quem é "a favor da vida". Pois para os religiosos a única vida que tem valor é a do embrião e não das pessoas... Isso está bem claro quando Paul Hill matou o médico John Britton e seu guarda-costas James Barrett, que saíam de uma clínica de aborto, e feriu gravemente a esposa de Barrett. Antes de ganhar a sentença de morte ele convocou outros ativistas a continuarem seu "trabalho". O motivo é que essas pessoas estão entorpecidas pelo discurso religioso e lhe faltam informação, bom senso e senso crítico. Essa declaração a seguir é a mais perturbadora. Randall Terry, fundador da Operação Resgate, uma organização para intimidar quem oferece abortos declarou: "Quando eu, ou pessoas como eu, estiver governando o país, é bom você fugir, porque vamos encontrá-lo, vamos julgá-lo e vamos executá-lo. Estou falando sério. E farei com que seja parte da minha missão assegurar que vocês sejam julgados e executados." Terry estava se referindo a médicos que realizam abortos. Existem muitas outras declarações parecidas, a maioria de fanáticos norte-americanos. Esses exemplos, para nossa sorte isolados, demonstram duas coisas: Os "a favor da vida" não são tão a favor assim, pelo menos em se tratando de pessoas já formadas; e outra é o cuidado que devemos ter com o crescimento cada vez maior do poderio religioso no Brasil.





É incrível como as pessoas, automaticamente, são contra o aborto. Repetem a mesma ladainha, os mesmos argumentos dogmáticos da Idade do Bronze como Paula Viana, coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, destacou: “Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas”. Particularmente sou a favor da legalização do aborto porque vejo muito mais benefícios sociais do que malefícios. Países que já legalizaram são exemplos.





Porque não ter preconceitos a favor da legalização do aborto e admitir que seja um direito de escolha da mulher?





Um embrião com até 1 mês, possui menos células do que o cérebro de uma mosca. Se é considerado morte quando o sistema nervoso morre (mesmo todos os outros órgãos funcionando, o que possibilita a doação de órgãos), então porque não é considerado vida quando ocorre o desenvolvimento do sistema nervoso? E isso começa a ocorrer na 5ª semana de gestação e só torna-se funcional bem mais tarde. As pessoas preferem que uma mulher com trilhões de células, milhares de lembranças de pensamentos e sentimentos, rodeada por pessoas que ama etc., sofra só porque a Igreja ainda fala que a alma entra no embrião no momento da concepção (o que já foi refutado a centenas de anos). Primeiro tudo tinha alma, florestas, montanhas, rios, lagos, etc. (Isso é popularmente conhecido sobre os índios norte-americanos). Depois se começou com o dogma de que apenas os seres vivos possuíam alma (todos os animais e plantas). E por fim, Tomás de Aquino em 1268 retirou a alma "racional" dos outros animais, deixando apenas para o ser humano.





Mas todo embrião é alguém que deixa de existir, uma vida em potencial! Esse é o argumento mais usado. Sim, se olharmos retrospectivamente ficamos tomados por um sentimento de assassinato contra aquele embrião; mas isso ocorre porque partimos da noção de uma pessoa totalmente desenvolvida e aplicamos a analogia a algo que ainda não existe. Se todas as pessoas em potenciais nascessem, nosso planeta teria trilhões de pessoas. Isso porque todo óvulo e todo espermatozóide são pessoas em potencial. Todo mês as mulheres descartam um óvulo (às vezes mais) na menstruação. Se esse óvulo fosse fecundado daria origem a uma pessoa. É uma forma de aborto. E o que dizer dos milhões de espermatozóides, que formariam pessoas, que são jogados fora quando um homem se masturba, ou transa com camisinha ou interrompe o coito? São milhares de óvulos e espermatozóides que estão deixando de se encontrar e desenvolver uma pessoa. Imagine quantas pessoas deixaram de existir por isso! Sem contar ainda que de 40 a 60 por cento dos óvulos fecundados são abortados naturalmente sem a mulher perceber. São milhares de pessoas que nasceriam se não fosse ocorrer esse aborto natural. Toda vez que alguém negar em fazer sexo está sabotando o nascimento de alguma pessoa. Os cientistas já conseguiram transformar células da epiderme do braço em espermatozóides e óvulos. Daqui muitos anos poderemos fecundar um óvulo "epidermático" com um espermatozóide transformado de uma célula da sua pele; é só questão de tempo. Isso significa que toda vez que você toma banho e se esfrega, mata milhares de pessoas em potencial? Ácaros, fungos e outros parasitas estão matando células que possuem material genético (as instruções de como fazer uma pessoa) o tempo todo...





Porque todo mundo fala do aborto, mas ninguém dá atenção para a fertilização in vitro? Ocorrem mortes de embriões em dois processos da técnica. Quando é feita a introdução artificial do espermatozóide no óvulo e depois quando eles são implantados no útero, só sobrevivendo alguns de muitos implantados. E porque a polêmica sobre células-tronco embrionárias não convence os fiéis, tanto quanto o aborto, em não votar em quem é a favor dessa técnica? Nesse ponto começa a maior hipocrisia de todas. As técnicas de células tronco embrionárias (que já foram fecundadas e são pessoas em potencial) podem ajudar milhares de pessoas. São fundamentais para o avanço e desenvolvimento de novas técnicas de tratamento e cura (no futuro) de milhares de doenças, síndromes e traumas (incluindo pessoas paraplégicas). Isso acontece porque a palavra fertilização e células-tronco não estão tão rodeadas por mitos, tabus, dogmatismo e fanatismo religioso. E também, porque quando algo vai beneficiar tanto uma pessoa que precisa, ela tende a não possuir tantos preconceitos nem dogmatismo religioso.





Parece que a hipocrisia ao redor do aborto combina bem com a política...

Postado por Fábio Saltiél às 07:43 Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Google Buzz

domingo, 23 de janeiro de 2011

O pastor da Primeira Igreja Batista Brasileira de Los Angeles (PIBBLA) fala sobre projetos missionários realizados que combinam evangelismo com ação social.




Miguel Albanez, pastor da PIBBLA, em entrevista ao The Christian Post, informou pelo menos seis projetos, dos quais a Igreja apoia não somente na região da Califórnia, mas sim outras regiões de outros países, como por exemplo, países da América Latina.



“Nós temos diversos projetos, nós investimos principalmente no Brasil, Moçambique e México.”



No Brasil, eles apoiam financeiramente os projetos como ‘Crianças de Belém,’ na cidade de Sorocaba, São Paulo e ‘Lar Batista Bíblico,’ no norte do Paraná.



O ‘Crianças de Belém’ surgiu a partir do contato da PIBBLA com o missionário da SEPAL de Londrina no Paraná, que mostrou o seu projeto e a Igreja começou a apoiar.



“O projeto está sob a supervisão de um missionário da SEPAL de Londrina no Paraná do Brasil. Ele inclusive foi meu colega de seminário e ele mostrou essa idéia, a Igreja aprovou,” informou Pr. Miguel.



Esse projeto tem vários anos e, segundo ele, é bem conhecido na cidade de Sorocaba.



“Nós começamos a apoiar esse projeto no ano passado,” informou.



O projeto de longa data visa atender as crianças que possuem o vírus HIV e é bem reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo.



“É uma organização modelo para outras organizações dessa área. O nosso apoio é financeiro,” explicou ele.



Já o ‘Lar Batista Bíblico,’no Norte do Paraná conduzido pelo Pr. Joaquim, ele conta que a Igreja decidiu apoiar em 2002, quando através de um membro da Igreja se tornou conhecido o trabalho que já era realizado por um casal de pastores.



“... desde 2002 nós começamos a apoiar. As pessoas ficam com seus corações tocados e começam a colaborar,” disse ele, complementando, “Ele visitou a nossa Igreja....isso tocou os nossos corações e nós começamos a ajudar.”



“A assistência às crianças órfans contribuiu para tirar muitas crianças da rua. Ao longo dos anos eles adotaram mais de 700 crianças.”



No México a Igreja contribui para a Plantação de Igrejas e atendimento à crianças carentes que é realizada por um pastor mexicano chamado Alejandro Corrales.



“Ele também serve café da manhã para cerca de 300 Igrejas carentes,” comentou.



O pastor explica que o projeto de Plantação de Igrejas não envolvia as crianças diretamente, mas vendo a necessidade de tantas pessoas carentes nessa área, o pastor Alejandro resolveu trabalhar com elas. Com relação à plantação de Igrejas, ele afirma que “ao longo desses anos, foram várias Igrejas.”



Além dos projetos mencionados, a Igreja ainda possui o “Alimente Minhas Ovelhas,” que consiste em ‘fazer bem ao próximo,’ e incluem o “Ronald Macdonald House,”apoiando os pais de crianças doentes e o “Dreier’s Nursing Home,” que consiste no tratamento de pessoas de idade avançada introduzindo Jesus em suas vidas.



Recentemente, com a tragédia causada pelas enchentes no Brasil, a Igreja está também preparando eventos para a arrecadação de dinheiro em prol dos desabrigados no Rio de Janeiro, região mais atingida pelas chuvas.



“Estamos trabalhando com um projeto para ajudar as vítimas das tragédias do Rio de Janeiro. As pessoas podem contribuir diretamente através do site. E também, vamos realizar um workshop de jiujitsu, com um rapaz da Igreja, para arrecadar fundos para enviar para lá.”



Para maiores informações sobre como colaborar com os projetos, acesse a página:



www.pibbla.org.